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25 de novembro de 2015

Ecos da Semana C & T na ESAF - Reflexos Inexplorados

Já por aqui dissemos que decorre o Ano Internacional da Luz, já por aqui lhe prestamos o nosso tributo, mas hoje, pela tarde, na sala de leitura da biblioteca da ESAF, mergulhamos na luz, ou melhor, no jogo de luz e sombras que o fotógrafo Luís Carvalhido veio partilhar connosco. 
De ciência e de arte, mas também de poesia, e até de filosofia da imagem (quão veraz o dito de que cada homem, sobre certo prisma, é filósofo, com a condição de que se espante, admire, face aos mistérios do mundo e se interrogue frente às questões com que se depara na intrincada prosa do real!), se compôs a sessão de apresentação do livro de fotografia - Reflexos Inexplorados

No espaço da informação, do conhecimento e do saber, rodeados de livros, também de instrumentos da Física, da Química, da Biologia (não estivéssemos nós na semana da ciência e da tecnologia), seguimos as palavras de Vítor Seco (antigo professor da escola), que apresentou o homem e o livro - Luís Carvalhido e os seus universos de luz. Depois, fruímos um poema do autor (ínsito no livro), tão bem dito por Marieta Barbosa e Conceição Rego; e acompanhamos, atentamente, as palavras do fotógrafo que, a par e passo, como que nos conduzindo por um mundo de luzes e de sombras, linhas, traços e manchas de luz derramada, nos levou aos meandros de cada fotograma, desvelando processos, mas também estórias que cada uma daquelas cápsulas de tempo e de luz guarda na impressão que deixa sobre a película ou no infinito labirinto de pixeis.
No final, aquele momento que fazemos sempre por reter, porque significativamente pedagógico, o momento de, em torno do autor que nos visitou, ver um aglomerado de alunos perguntando, inquirindo, interpelando... A curiosidade em ação!

1 comentário:

Victor Seco disse...

Sem medo dos conflitos de interesse venho apresentar os meus sinceros parabéns pela qualidade da descrição do evento acontecido ontem na Biblioteca da ESAF. O livro Reflexos Inexplorados foi excelentemente tratado e, quiçá, mimado pelas pessoas que maior sensibilidade demonstram nestas questões da cultura, aquelas que vão estando presentes.