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8 de julho de 2020

Li, gostei e recomendo... a palavra aos leitores

O que nos diz Sara Félix, aluna do 8.º D da ESAF (no ano letivo que há pouco terminou), sobre este livro que leu, gostou e recomenda:

Título:
Histórias da Terra e do Mar
Autor: Sophia de Mello Breyner Andresen 
Ilustração: Jorge Nesbitt
Editora: Porto Editora
Edição/reimpressão: 2019
N.º de Págs.: 96
Categoria: Conto / Fábula



"A obra “Histórias da Terra e do Mar”, de Sophia de Mello Breyner Andresen, tem contos bastante interessantes, onde reina a descrição, não havendo, assim, muitas personagens. Reflete-se sobre a solidão que muitos, infelizmente, vivem todos os dias, e que, na minha opinião, a autora também sentia durante a escrita destes contos. A linguagem não é muito simples, mas, mesmo assim, capta a atenção do leitor que quer saber mais sobre o que é tratado. Acho, também, que aqueles que querem enriquecer o seu vocabulário devem ler o livro, pois há diversas expressões e imagens criadas por esta incrível escritora."


[Obs: este é um título que consta no fundo documental da BESAF e pode ser requisitado pelos nossos leitores, pois estamos abertos até princípios de Agosto. É só passares por cá, tu que és aluno/a da ES Alcaides de Faria, e fazeres a requisição deste ou de tantos outros títulos disponíveis. 
Continuamos, claro, a fazer empréstimo de livros, em cumprimento do código de conduta sanitário, em vigor neste período de pandemia. 
Não deixes de fazer as tuas leituras. A pausa de Verão é uma ocasião muito propícia.]

22 de junho de 2020

Li, gostei e recomendo... a palavra aos leitores

O que nos diz Daniel Faria, aluno do 8.º J da ESAF, sobre este livro que leu, gostou e recomenda:

Título: Uma cana de pesca para o meu avô
Autor: Gao Xingjian
Editor: Público Comunicação Social, SA
Coleção: Mil Folhas
Ano de edição: 2003
N.º de Págs.: 93
Categoria: Conto / Fábula

"Eu gostei de ler esta obra de Gao Xingjian porque me fez refletir sobre alguns assuntos como a saudade e o amor.
Em primeiro lugar, gostei de ler o conto “Uma cana de pesca para o meu avô”, pois fala sobre a saudade e a nostalgia da terra natal. Fala sobre um homem, já casado, que queria oferecer uma cana de pesca ao seu avô. Para isso foi para a sua terra natal. Quando lá chegou, viu que aquele lugar tinha mudado imenso e andou a perguntar às pessoas se sabiam onde ficava o Lago Azul. As pessoas diziam que esse lago já não existia e ele começou a lembrar-se dos momentos que tinha passado com o avô.
Em segundo lugar, gostei do conto “A cãibra”, pois retrata a esperança que alguém deposita no outro. Fala sobre um rapaz que começou a nadar no mar e, quando deu por ela, já estava no alto mar. Tentou vir para trás, mas uma cãibra atacou-lhe o abdómen e começou a pensar que iria ficar ali, no mar, deitado sobre as ondas. Mas depois lembrou-se da mulher que estava a jogar voleibol. Pensava que ela tinha reparado nele e que o iria ajudar. Quando conseguiu, com muito esforço, chegar à costa, viu que um grupo de três amigos estava lá, dois nus e um de muletas a mandá-los vir para cima.
Eu gostei de ler este livro e recomendo-o a toda a gente que goste de aprender sobre as coisas da vida."

[Obs: este é um título que consta no fundo documental da BESAF e pode ser requisitado pelos nossos leitores]

21 de junho de 2020

Li, gostei e recomendo... a palavra aos leitores

O que nos diz Marisa Viana, aluna do 12.º C da ESAF, sobre este livro que leu, gostou e recomenda...

Título: Nós
Autor: Evgueni Zamiatine
Editor: Antígona
N.º de págs.: 287
Ano de publicação (pt) : 2017 (4.ª ed.)
Categoria: Romance distópico


“Por sugestão da minha professora de português, li recentemente a obra “1984”, de George Orwell, e logo me interessei por distopias. Procurei, portanto, outros títulos conhecidos, como “O admirável mundo novo”, entre outros. Até que descobri, numa feira do livro da nossa biblioteca escolar, aquela que foi a grande origem da literatura distópica, a obra que serviu de inspiração a “1984” e a outras distopias: trata-se do livro “Nós”, de autoria de Evgueni Zamiatine. 
Tal como referi, conta a história de um mundo distópico, em que os "indivíduos" (apenas são abordados adultos), não possuem nomes como João ou Maria, mas são identificados por uma letra seguida de um número: as vogais para os "indivíduos" do sexo feminino e as consoantes para os do sexo masculino. Estes "indivíduos" (que assim não lhes podemos chamar pois não possuem uma vida individual) vivem em comunidade, como um todo, em que todos falam em “nós” e nunca em “eu”. Esta comunidade é regida pelo Benfeitor, o líder supremo, e as regras e proibições são evidentes, tal como num Estado totalitário. Quem desobedecer à lei, tem de prestar contas à Máquina do Benfeitor.
A cidade que serve de palco à ação é perfeitamente geométrica, regida por leis matemáticas, em que os edifícios são todos feitos de vidro, permitindo ver o seu interior e não havendo lugar para a privacidade (nem tal conceito é conhecido ou necessário), exceto em momentos de encontros amorosos em que é autorizado o fecho das persianas (se possuidores de cupões cor-de-rosa). 
A personagem que merece destaque na história é D-503, o narrador, responsável pela construção do Integral, aparelho semelhante a uma nave espacial que levará a comunidade em viagem à procura de vida inteligente no Universo. A vida deste D-503 parece correr na normalidade, até conhecer E-330, mulher excêntrica, totalmente em desacordo com os padrões da sociedade, mas que capta a admiração de D-503, sendo que este fica obsessivo e não consegue viver sem a presença dele. Contudo, rapidamente percebe que esta mulher o está a transformar psicologicamente. D-503 vê-se diagnosticado com uma doença: ser possuidor de uma alma. Preso nesta mudança interior que não consegue travar, os seus pensamentos, que até àquele momento estavam em sintonia com os de todos os outros, passam a centrar-se nele próprio, começando a questionar a sua vida, a sociedade que o rodeia e o Benfeitor, cometendo crimes e desrespeitando a Tábua dos Mandamentos.  
D-503 enfrenta uma batalha árdua para tentar voltar a ser quem era, porém, não consegue nem quer afastar-se de E-330, aquela que o está a empurrar para um buraco sem fundo. Até que se dá a Revolução. O nosso protagonista descobre tarde demais que está metido num plano contra o regime do Benfeitor (da Terra, Estado Único) e não há maneira de voltar a trás. Será a revolução capaz de acabar com o Estado Totalitário? Voltará D-503 a ser o que era? Ou terá também ele que ser sujeito à “fantasioctomia”, operação realizada àqueles que possuem imaginação? 
Nada melhor para encontrar as respostas a estas perguntas do que ler esta magnífica obra, que nos faz viajar até um mundo dominado pela fria racionalidade e nos faz refletir sobre a essência humana e os valores por nós defendidos, sobretudo o amor.

17 de junho de 2020

BESAF Foto 2020 - as fotos vencedoras da edição deste ano

A edição de 2020 do BESAF Foto, concurso de fotografia promovido pela biblioteca escolar da Alcaides de Faria, que assumiu como tema "Gerações", já tem vencedores. 
Viviana Abreu, aluna do 12.º ano, é a vencedora desta edição.
O Júri deliberou ainda atribuir o 2.º e 3.º lugares aos trabalhos das alunas: Ana Luísa Almendra (10.º ano) e Bruna Miranda (12.º ano), respetivamente.

[Viviana Abreu]

[Ana Almendra]

[Bruna Miranda]

Com menção honrosa destacam-se os trabalhos de Ana Margarida Oliveira, Leonor Tomé e Valéria Sousa, alunas que frequentam o 12.º ano.
Parabéns às premiadas e agradecidos a todos os alunos que participaram neste concurso. 
  

Imagens com que se tece o diálogo intergeracional no BESAF Foto 2020

À edição deste ano do BESAF Foto, que cumpre agora 13 anos de existência, concorreram muitos alunos/as da Escola Secundária Alcaides de Faria, respondendo ao desafio proposto pela biblioteca escolar. Ao longo destes anos, treze temáticas (muitas delas diretamente relacionadas com o mundo dos livros, da leitura e das bibliotecas) e inúmeras fotografias com qualidade, obra de alunos/as que por esta instituição de ensino já passaram e por aqueles que hoje a frequentam. O tema de 2020, escolhido antes do desencadear da pandemia que atualmente assola o mundo, encaminhava o olhar para a questão das gerações, nomeadamente o diálogo entre a geração dos mais novos e aquela - a dos seniores - que guarda memórias e sabedoria. Tão-pouco sabíamos como esta problemática se iria impor afinal no quotidiano de todos nós e como tem sido discutida nos últimos meses, por via de uma situação de crise sanitária que desencadeou "barreiras" entre os mais novos e os mais velhos, muitos remetidos ao um espaço de quase reclusão, precatando-se do mal que um vírus pode provocar, mas arcando com as consequências que o isolamento acarretou. 
De certo modo, com a leitura a posteriori que agora fazemos, quando olhamos para muitas das fotografias que nos chegaram, não podemos deixar de pensar que afinal valeu a pena, sem que o adivinhássemos, colocar os jovens, que a este concurso aderiram, perante o desafio de mostrarem, pela luz que impregna a objetiva, os fios que se tecem entre os mais velhos e os mais novos e de descobrir, nas diferentes imagéticas, que afinal esses laços são mais fortes do que muitos julgavam. 
O diálogo intergeracional é um bem incontornável. A escola também pode fazer muito por isso, dentro ou fora da sala de aula, no âmbito de projetos que vão surgindo.

20 de maio de 2020

BESAF presente

Na passada 2.ª feira (18/05) iniciou-se uma outra fase de desconfinamento e com ela a abertura das escolas secundárias para alunos do 11.º e 12.º ano (com disciplinas de exame). Embora com os condicionalismos decorrentes desta fase de pandemia, a biblioteca escolar da ESAF está também aberta, com expediente horário condicionado, pois não deixa de manter atendimento/apoio online, mas a prestar vários dos seus serviços e a disponibilizar recursos, respeitando as recomendações da DGS e os lineamentos propostos em sede de Plano de Contingência do Agrupamento de Escolas Alcaides de Faria.
Cientes de que a saúde de todos e de cada um é um bem precioso, os alunos/utilizadores que já por cá passaram reconhecem a pertinência das medidas em curso, das necessárias limitações implementadas, sabendo que devem respeitar escrupulosamente as regras cívicas e sanitárias, quer no exterior quer no interior da escola, como assim na sua biblioteca escolar.
   

5 de maio de 2020

Aluna da ESAF vence concurso de escrita criativa promovido pela Visão Júnior

Chama-se Inês Dias Ferreira, tem 14 anos, frequenta o 8.ºH da Escola Secundária Alcaides de Faria e está no grupo das vencedoras (a par de duas outras jovens autoras) do concurso de escrita criativa "Histórias sem pés mas com cabeça" - 2020 (categoria: "Quem Canta Melhor"), promovido pela Visão Júnior. O feito deve-se a uma surpreendente quanto tocante história, que vale de todo a pena ler.
É claro que é com todo o gosto que partilhamos aqui o sucesso da nossa jovem "escritora" e que também daqui lhe endereçamos os nossos Parabéns!
Continua assim Inês! Transparece naquilo que escreves a constatação de que estamos perante alguém que muito valoriza a leitura e (quem te lê confirma) aprecia a escrita.
E agora, para ti leitor(a), que chegaste até aqui, não deixes de ler a história, é surpreendente sim, mas, mais do que isso, é uma história que nos toca! 
aqui

1 de maio de 2020

25 de Abril em cartazes


Para quem não viu (no facebook) a nossa partilha do historial de cartazes originais alusivos à "Revolução dos Cravos" de 25 de Abril de 1974, publicados pela Biblioteca da ES Alcaides de Faria desde há mais de uma década, pode agora observar aqui o painel com os vários cartazes criados por diferentes autores, desde 2008 e até à data.
[Prime no aplicativo (acima) - clica em cada um dos cartazes e logo saberás um pouco mais sobre o mesmo e quando foi disponibilizado]

30 de abril de 2020

Estudo em casa: recomendações úteis de segurança

Em período de confinamento e de distanciamento físico por imperiosas razões sanitárias, a relação pedagógica presencial está a ser "substituída", por agora, pelo ensino a distância, com as vicissitudes e condicionantes que lhe são inerentes. Por isso, a relação entre educadores, formadores e professores com os alunos é agora intermediada por meios telemáticos, que minimizam, é certo, o impacto da ausência de uma relação pedagógica presencial dialógica, mas que não se dissociam da necessidade de quem os utiliza atender à segurança online. 
É nesse contexto que a Direção-Geral da Educação em articulação com o Centro Nacional de Cibersegurança e a Comissão Nacional de Proteção de Dados emitiu recomendações que devem ser tidas em linha de conta na utilização das diversas tecnologias de suporte ao ensino a distância que, por estes dias, é a realidade de um número incontável de crianças, alunos e famílias. Partilhamos o quadro infográfico (fonte: Centro Nacional de Cibersegurança) com recomendações de segurança atinentes ao uso de plataformas vídeo e áudio. 
Vale de todo a pena ver e aplicar estas indicações de boas práticas.
https://www.cncs.gov.pt/content/files/10_recomendaes_no_uso_de_plataformas_de_vdeo_e_udio.jpg

19 de abril de 2020

Celebrar Abril e a Revolução dos Cravos (de um outro modo, mas com a mesma intensidade)

Há mais de uma década que a biblioteca escolar da Alcaides de Faria (Barcelos) celebra, ano após ano, a importância do 25 de Abril de 1974 segundo uma perspetiva pedagógica, cultural e cívica. Ao longo desses anos e na ocasião celebrativa, sempre foi para nós um momento de satisfação e alegria ver a sala de leitura da biblioteca da ESAF plena de alunos, professores e outros agentes da comunidade educativa, irmanados pelas palavras dos poetas, pelas canções da liberdade (interpretadas por alunos) e pela presença de um interveniente e testemunha daquele momento da nossa história (graças à colaboração da Associação 25 de Abril - Delegação Norte). 
Este ano, ao evocarmos os 46 anos da "Revolução dos Cravos", sabemos que, no que toca à presença física de tantos membros da comunidade educativa na sala de leitura da biblioteca, as coisas serão diferentes, porque em período de confinamento, decorrente das circunstâncias que todos conhecem. Podemos não estar juntos fisicamente no mesmo espaço, no espaço dos livros e da frenética vida de uma escola em tempos de aulas e convívio, mas nem por isso deixaremos de evocar aquele 
"dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo" 
(como escreveu Sophia). 
Assim, o nosso tributo passará pela imagem e o grafismo, um cartaz alusivo aos 46 anos de Abril de 1974, que dá sequência aos cartazes criados e apresentados em anos anteriores, cada um deles com o seu quê de interpelação, sim de interpelação, porque a Liberdade, ontem como hoje, interpela-nos. Saibamos preservá-la, acarinhá-la e veiculá-la aos vindouros com sentido de responsabilidade e cidadania.
É, pois, com todo o gosto que divulgamos o cartaz da BESAF alusivo aos 46 anos do 25 de Abril 74, efeméride que aí se aproxima. 

[Profundo agradecimento à autora - prof.ª Maria José Oliveira (de Artes) que faz parte da equipa da Biblioteca da ESAF - que, mais uma vez, criou um magnífico cartaz.]




29 de fevereiro de 2020

13.ª edição do BESAF Foto 2020 - GERAÇÕES

[autoria/cartaz: Maria J. Oliveira]
BESAF Foto 2020 [13.ª edição] - o concurso que não vais perder! [Atenção: prazo de entrega de trabalhos prolongado até 31 de maio] Para ti, que és aluno da Escola Sec. Alcaides de Faria, aí está a 13.ª edição do Concurso de Fotografia que a biblioteca escolar da ESAF leva a cabo há bem mais de uma década e a que tantos alunos, ao longo dos anos, têm respondido com criatividade e engenho. O desafio proposto passa por captares fotogramas que evidenciem o diálogo intergeracional, as ligações que se tecem entre jovens e idosos, o encontro entre gerações. Cabe-te a ti fazer a ponte e a fotografia bem pode retratar isso. Não hesites: fotografa e concorre! Consulta o regulamento no blogue educativo da biblioteca escolar da ESAF.

Miúdos a Votos - quais os livros mais fixes? (ecos de campanha)

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Decorre o período de campanha eleitoral da edição deste ano do "Miúdos a Votos". 
Grupos de alunos, partidários dos candidatos-livro em escrutínio, defendem publicamente um dos candidatos em atmosfera de campanha e em consonância com regras democráticas. Leram os livros, assumiram-nos como candidatos a promover e desenvolveram argumentos, perante os colegas da escola, em defesa do seu escolhido, de modo a que no dia 17 de março, dia de eleição, o possam ver como um dos eleitos. 
Na 5.ª feira, 27/02, na sala de leitura da biblioteca da ESAF, foi tempo para seguirmos um vibrante momento de campanha, com grupos de alunos do 3.º Ciclo e do Ensino Secundário a promoverem, respetivamente, os livros que querem ver como vencedores na edição deste ano. Assim, logo pelas 10h, um grupo de alunos do 12.ºH, perante uma plateia de alunos do ensino secundário, fez campanha pelo candidato-livro "As vantagens de ser invisível" (de Stephen Chbosky); e um outro grupo, dessa mesma turma, defendeu as potencialidades do livro "Por treze razões" (de Jay Asher). Apresentaram os seus candidatos-livro, falaram sobre as virtualidades de cada um e, no mesmo passo, suscitaram nos presentes a vontade de os ler. Destaque para o facto de, a propósito destes livros e dos conteúdos e temáticas que por eles perpassam, se propiciar a ocasião para se falar de assuntos que aos jovens merecem especial acuidade: os problemas da adolescência, as suas vicissitudes, as suas angústias e ansiedades. Também por esta dimensão, associada ao motivo que ali nos reunia - promover livros -, valeu de todo o momento de debate entre alunos com o esgrimar, no sentido argumentativo do termo, de perspetivas e teses, de argumentos pró e contra, de ideias e razões que, partindo de uma história, extrapolam para a realidade interior de cada um.
Na mesma senda - promover livros, discutir razões de escolha e preferência deste ou daquele -, se seguiu a apresentação de outras obras a votos; desta feita, os livros: "Uma questão de cor" (de Ana Saldanha) e "História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar" (de Luís Sepúlveda). No caso, os partidários das obras em causa, foram grupos de alunos do 9.º ano que, à sua maneira, com recurso à palavra mas também à comunicação gráfica e digital, colocaram à discussão e debate as razões da sua campanha e também motivaram os presentes (alunos do 3.º Ciclo) a votarem nos seus candidatos.
O nosso agradecimento à professora de Português, Ana Paula Miranda, quer pelo incentivo aos alunos quer pelo envolvimento e empenho posto na dinamização desta iniciativa do "Miúdos a Votos: qual o Livro mais Fixe", que para além das dinâmicas de promoção de leitura também se impõem aquelas outras que à cidadania e à democracia concernem. 
A literacia da leitura passa pela sala de aula, mas também pela biblioteca, em profícua colaboração e parceria. 

Ecos de uma dramatização sobre a violência no namoro

Stop à violência no namoro!
Partilhar, refletir...
Aconteceu no dia 14 de fev., na sala de leitura da biblioteca da ESAF, num dia de especial celebração do amor mas também, com este momento de expressão dramática (pelo gesto e o movimentos dos corpos), de reflexão sobre esse outro lado que lesa a relação com o outro - a violência no namoro. Falamos do magnífico teatro de sombras, performance realizada por alunos (de diferentes turmas do 12.º) e para alunos (bem mais de uma centena, de diferentes anos e ciclos de ensino). Durante largos minutos, para além da tela e sob a luz do projetor de imagens, um grupo de alunos(as) contou uma história de amor e desamor, prendeu a atenção, emocionou, sensibilizou.
Gratos aos alunos que com a biblioteca articularam, mas também pelo seu (deles) elevado grau de autonomia no planeamento, conceção e concretização desta performance que, estamos convictos, terá impacto nos pares em termos de desenvolvimento de atitudes e comportamentos assentes no respeito pelo outro. Tanto mais quando, de acordo com as notícias dadas a conhecer (em meios de comunicação social) precisamente no dia 14/02, dá que pensar seriamente nos números apresentados - 67% dos jovens consideram normal a ocorrência de, pelo menos, uma situação de violência no namoro e 58% assume já ter sido vítima (fonte Jornal de Notícias) - que justificam ações no âmbito da cidadania e desenvolvimento.
Visualiza a performance no youtube:

No dia do amor - atividade na BESAF

No passado dia 14 de fevereiro, na biblioteca da ESAF, foi uma festa bonita... a do Amor e dos Afetos... 
De alunos e para alunos.
Celebrou-se o amor, a amizade, os afetos e também se refletiu sobre o desamor no emocionante teatro de sombras.
Poesia, música, belas canções, expressão dramática e sobretudo muita alegria naqueles rostos.
Obrigado alunos/as! Também são momentos como este que nos fazem ter confiança no futuro.