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18 de junho de 2018

Fotos vencedoras do BESAF Foto 2018 (11.ª ed.)

No âmbito do BESAF Foto 11.ª edição, concurso de fotografia promovido pela Biblioteca da ES Alcaides de Faria, o júri já deliberou e decidiu quais os três vencedores (1.º, 2.º e 3.º prémio) do certame deste ano. 
Parabéns aos premiados e um bem-haja especial a todos os que participaram no concurso.
Eis os trabalhos vencedores.
[1.º prémio: "Lux et Speculum", de Margarida Correia, 12.ºC]

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[2.º prémio: s/título, de Isabela Santos, 8.ºA]

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[3.º prémio: s/título, de Bruna Ricardo, 11P3]

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Exposição BESAF Foto 2018

Decorre, desde o início do mês, na sala de leitura da biblioteca da E.S. Alcaides de Faria, a mostra de alguns dos trabalhos apresentados por alunos ao concurso de fotografia BESAF Foto 2018, que a biblioteca promove anualmente junto da comunidade escolar. Esta décima-primeira edição do concurso teve como temática um motivo que nos é muito caro - livros, leitura e leitores -, e contou com a participação de vários alunos, de diferentes anos de escolaridade, que responderam positivamente ao repto lançado.
Parabéns aos participantes.

15 de junho de 2018

Premiados do bibliopaper 2017/2018 da BESAF

É vê-los a correr desabridamente entre estantes, freneticamente em busca de um livro, de um título, de uma informação...
é vê-los manusear livros e mais livros, ler o guia da biblioteca, descortinar nele a bússola, o batedor, que os conduzirá à resposta certa...
é vê-los correr contra o tempo alegremente, quase sentir-lhes a adrenalina da descoberta, o brilho da curiosidade...
é vê-los abrir livros, descobrir um autor, aceder a prateleiras com obras da literatura fantástica, outras plenas de livros de aventuras ou clássicos da literatura, e logo ali bem perto outras ainda onde despontam dicionários, enciclopédias, gramáticas e prontuários, livros de Arte e de Matemática, Ciências e Filosofia...
é vê-los aceder à Internet a confirmar um pequeno pormenor sobre o país de origem do autor daquela obra que têm entre mãos...
é vê-los descobrir o que é a cota de um livro, o número de registo, o carimbo de posse, a classe a que pertence...
é vê-los realizar o bibliopaper da biblioteca da ESAF.
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Assim dávamos nota, há tempos, neste blogue, da azáfama que foi a realização de várias sessões de descoberta da biblioteca, do seu fundo documental, do exercício da leitura e da escrita de forma livre e sem obrigatoriedades, do conhecimento do mundo que se expande por entre estantes. No decurso de vários momentos, ao longo deste ano letivo que ora cessa (como, de resto, tem sido corrente ao longos dos anos), aconteceu, pois, bibliopaper. Bem mais de duzentos alunos, trinta e cinco equipas a participar e, dentre elas, uma se destacou pelos seus resultados. Chegou o momento de lhe atribuir merecido prémio e assim foi num dos dias desta semana, em encontro breve mas significante. Parabéns à equipa vencedora pelo lugar especial entre tantos, mas também o nosso grato tributo a todos os alunos que fizeram do bibliopaper deste ano mais uma iniciativa em prol da leitura e da escrita, e por vias direta, também do sucesso educativo.

[Na foto: para além do prof. bibliotecário e da professora de Português do 7.ºC, os cinco alunos que registaram o melhor desempenho no bibliopaper: Diogo, Francisca, Margarida, Rodrigo e Tiago]

9 de junho de 2018

Li, gostei e recomendo... a palavra aos leitores

O que nos diz Margarida Maciel, aluna do 10.º C da ESAF, sobre este livro que leu, gostou e recomenda...

Título: Os Jogos da Fome 
Autor: Suzanne Collins
Editor: Editorial Presença
Coleção: Via Láctea
N.º de págs.: 256
Ano de publicação: 2009
Categoria: ficção / jovem adulto / distopia



"Os Jogos da Fome, de Suzanne Collins, decorre num futuro longínquo em que a América do Norte se transforma em Panem, um país dividido em doze distritos, regidos por um Estado corrupto e absolutista, que governa através do medo. Como forma de espalhar esse medo entre os seus habitantes, Panem organiza anualmente um torneio em que um rapaz e uma rapariga de cada distrito são colocados numa arena, onde terão de lutar até que reste apenas um sobrevivente.
Este livro relata a história de Katniss Everdeen, uma jovem de um dos distritos mais desfavorecidos, que se voluntaria para substituir a sua irmã mais nova quando a sorte dita que esta será a próxima concorrente destes sádicos jogos.
No decorrer do livro podemos testemunhar a luta desta rapariga pela sobrevivência, e ao mesmo tempo pelo desejo de não se tornar apenas um “pião” nos jogos do governo.
Para além de ser uma história fascinante e envolvente que agarra o leitor até à última página, este livro relata mais do que uma fantasia, pois deixa-nos a pensar sobre a influência do Estado e das grandes indústrias sobre nós e dá-nos uma nova perspetiva sobre a sociedade de hoje em dia, realçando como o melhor da natureza humana pode vir ao de cima nas situações mais difíceis.”

15 de maio de 2018

Li, gostei e recomendo... a palavra aos leitores

O que nos diz Marisa Viana, aluna do 10.º C da ESAF, sobre este livro que leu, gostou e recomenda...


Título: Trash - os rapazes do lixo
Autor: Andy Mulligan
Editor: Editorial Presença
Coleção: Diversos Literatura
N.º de págs.: 200
Ano de publicação (pt) : 2014
Categoria: Romance juvenil



“Das obras que li recentemente, a que mais me fascinou foi “Trash - Os rapazes do Lixo”, de Andy Mulligan. Trata-se de uma emocionante e absorvente história de três rapazes que vivem numa lixeira em Behala e que dependem do lixo para sobreviver. Certo dia, encontram uma mala que os irá conduzir por uma perigosa aventura. No entanto, estes jovens não desistem e conseguem, finalmente, revolucionar a vida miserável dos habitantes de Behala.
Com uma linguagem simples e acessível, este livro surpreendeu-me, pois demonstra a coragem e astúcia de três rapazes que procuram justiça, devolvendo o dinheiro aos pobres. Na minha opinião, a autora teve a feliz ideia de trazer até nós uma obra cuja temática tão abrangente, a justiça social, nos faz mergulhar numa sociedade corrupta, em que nenhum valor moral se encontra acima dos valores materiais.
A autora triunfa, de facto, já que coloca nas mãos de três miúdos um valor tantas vezes esquecido pelos adultos, a justiça. É um livro que tem, sem sombra de dúvida, um efeito dominó nos leitores mais jovens e é, decididamente, um primeiro impulso para uma leitura compulsiva e viciante.
Em suma, não obstante seja um livro destinado a leitores mais jovens, estou ciente de que qualquer adulto o gostaria de ler. Por essa razão, eu recomendo-o a qualquer pessoa, visto que, no meu caso, mudou claramente a minha perspetiva acerca do mundo e da realidade humana, permitindo-me observar o dia-a-dia com outros olhos.”

26 de abril de 2018

Nos 44 anos do 25 de Abril de 1974

Perante uma plateia constituída por alunos de cinco turmas (do 7.º ao 12.º ano), biblioteca cheia, revisitou-se hoje aquele "dia inicial inteiro e limpo / onde emergimos da noite e do silêncio" (Sophia), assinalando assim, em ambiente de sensibilização, mas também de festa, o quadragésimo quarto ano da "Revolução de Abril de 1974". Celebrámos a Liberdade por via das palavras, da poesia, do conto, da música e das canções; evocámos histórias e conversámos com um dos militares de Abril, o coronel Bacelar Ferreira, que em 25 de abril de 1974 assumiu, como elemento das Forças Armadas (posto de Capitão), o comando da Unidade (BAM, Póvoa de Varzim) e participou nas ações militares que lhe foram atribuídas - ocupação da ponte de Vila do Conde, sobre o rio Ave e ocupação da emissora de rádio Azurara. Falou-nos da Revolução da Abril, dos ideais que dali emergiram e conduziram à instituição de um regime democrático; falou-nos da liberdade como condição de felicidade; salientou o quanto é importante lembrar a conquista dos valores democráticos e preservar o seu mais lídimo sentido; alertou para os perigos que a democracia corre nos tempos de hoje, face à emergência de derivas totalitárias e de ideologias avessas a valores como a solidariedade, a equidade, a liberdade (em todas as suas dimensões); soube ainda lembrar que o cerne da nossa civilidade democrática, assente em direitos e valores que nos são intrinsecamente inalienáveis, também corre riscos se deixarmos de valorizar a sua defesa e os entendermos como algo de consumado.
A democracia, mesmo com os seus óbices, é um regime de liberdade, de direitos e garantias fundamentais, de sociedade aberta, mas simultaneamente também por isso frágil face ao que na sombra, como a História nos recorda a todo o momento, se pode maquinar.
Lembrar Abril de 1974 é recordar que a tarefa da construção democrática é sempre algo de inacabado.
No final e em uníssono: a Grândola Vila Morena.

25 de abril de 2018

Cartazes de Abril, cartazes de Liberdade


Hoje celebra-se a Liberdade e a Revolução dos Cravos. Evoca-se as portas que Abril abriu. Celebra-se a democracia e os seus valores... esses que justificam perene empenho e envolvimento.
Aqui partilhamos, num fotograma, um tributo imagético indelevelmente ligado à evocação que por cá fazemos (Biblioteca da ESAF), desde há vários anos, aos ideais saídos da revolução de Abril de 1974.
Numa imagem, um conjunto iconográfico de originais cartazes alusivos à Revolução de Abril, criados ao longo destes últimos anos (com início em 2008) por amigos e colaboradores desta biblioteca escolar, uns desta "casa", outros que por cá já passaram. E são eles: prof. David Figueiredo (autor de vários cartazes); prof. Pedro Rodrigues; a aluna Madalena Mota e a prof.ª Zeca Oliveira (autora do cartaz deste ano).
Cada um a seu modo materializou pela fotografia, mas também pelo traço, pela forma, a cor e a criatividade, o seu olhar sobre o Dia da Liberdade. 

22 de abril de 2018

No Dia Mundial do Livro, encontro com o ilustrador Sebastião Peixoto


Na próxima 2.ª feira, 23 de Abril, Dia Mundial do Livro, pelas 15h00, a biblioteca da ESAF conta com a presença e intervenção do ilustrador Sebastião Peixoto, que vem discorrer sobre o seu trabalho no âmbito da ilustração de livros.
Natural de Braga, formado em pintura pela Faculdade de Belas Artes da Univ. do Porto, Sebastião Peixoto, para além do seu trabalho pessoal, desenvolve profícuo e reconhecido labor na área da ilustração, com vários livros publicados nessa condição. O autor tem também obra publicada em revistas, jornais e outras publicações, assim como várias participações em exposições coletivas, quer em Portugal quer no estrangeiro.
Sintam-se convidados, apareçam!

Amanhã é Dia Mundial do Livro



Amanhã, segunda-feira, 23 de abril, assinala-se o Dia Mundial do Livro. A data comemora-se desde 1996, na sequência de uma deliberação da UNESCO em dedicar esse dia à importância do livro e dos Direitos de Autor. Na base desta celebração estão motivos ligados à promoção do livro e da leitura, mas também à alfabetização e ao diálogo intercultural. Também se diz que a escolha da data prende-se com uma antiga tradição catalã que nos conta que naquele dia de abril, em tempos de cultura cortesã e cavaleiresca, os cavaleiros ofereciam às suas damas uma rosa vermelha de Saint Jordi recebendo em troca um livro. Acrescenta-se ainda a esta efeméride o facto de, segundo rezam as crónicas, ter sido por nessa data de abril (ou próxima) de 1616 que desapareceram os génios da literatura Shakespeare e Miguel de Cervantes.
As bibliotecas e os bibliotecários, desde logo, são parte da fundamental missão de promoção do livro e da leitura, e porque este é um dos desideratos mais importantes do nosso papel enquanto biblioteca escolar, que faz por promover as diferentes literacias, também nós pugnamos, como tem sido prática, pela ingente tarefa da disseminação da leitura que, a par de outras literacias, é também condição de cultura e cidadania.
A propósito deste dia e no âmbito dos fins que perseguimos, aqui partilhamos o nosso cartaz alusivo ao Dia Mundial do Livro, obra da nossa amiga e colaboradora, Maria José Oliveira, professora de Artes.
Damos conta ainda de que, amanhã, para além de outras atividades, teremos o prazer de receber e interagir, na sala de leitura da biblioteca da ES Alcaides de Faria, com o artista plástico e ilustrador Sebastião Peixoto, que nos virá falar da ilustração de livros e do processo criativo que lhe está subjacente.

Festa da leitura CNL 2018 (fase concelhia)


Na tarde de sexta-feira (20/04), no cine Teatro Gil Vicente, em Barcelos, em clima de festa e tributo à leitura e aos jovens leitores, realizou-se a fase concelhia do Concurso Nacional de Leitura (CNL 2018), com a presença de dezenas de alunos, em representação das suas escolas, do 1.º Ciclo ao Ensino Secundário. Desde já os nossos parabéns a todos sem exceção que, de entre tantas e tantas centenas, que nas diferentes escolas do concelho já haviam prestado provas na 1.ª fase do CNL, representaram com galhardia não apenas as escolas de onde são oriundos, mas sobretudo o gosto pela leitura e a convicção de que lendo, lendo mais e melhor, melhor compreendemos o mundo, o que nos envolve e aquele que nos é íntimo. 
O Agrupamento Alcaides de Faria fez-se representar por quatro alunos, representantes respetivamente do 1.º, do 2.º e do 3.º Ciclo, mas também do Ensino Secundário. Sendo que à final (com 3 finalistas em cada um dos níveis) chegaram dois dos alunos da Escola Sec. Alcaides de Faria ao marcarem presença nas categorias: 3.º Ciclo e Ensino Secundário, com dois honrosos segundos lugares, um em cada nível. A ESAF esteve assim em duas finalíssimas, num cômputo de quatro.
Para além dos parabéns extensíveis a todos os participantes, impõe-se-nos parabenizar aqui com especial acuidade os nossos dois alunos finalistas.
 
Parabéns à Sara Barros (8.ºB da ESAF) pelo segundo lugar do pódio na categoria 3.º Ciclo. Parabéns ao Manuel Sousa Pereira (12.ºA da ESAF) que também conseguiu o 2.º lugar no pódio, na categoria do Ensino Secundário.