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14 de outubro de 2018

Onda Rosa na ESAF

No movimento da "Onda Rosa" que, no nosso país, já vai na sua 5.ª edição, promovida pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, e que nós por cá também fazemos por acompanhar. Uma onda de sensibilização para o diagnóstico e prevenção do cancro da mama. Outubro - o mês escolhido, não fosse o caso de que já amanhã, dia 15, se assinala o "Dia Mundial da Saúde da Mama" e a 30, o Dia Nacional de Luta contra o Cancro da Mama. Sensibilizar, sensibilizar, suscitar o pensar e o agir... quanto mais não seja pelo passar da palavra, alertar, chamar a atenção.
Na escola não lhe ficamos indiferentes, bem pelo contrário, faz-se por chamar a atenção dos jovens, suscitar a consciência para o problema... Neste encalço, bem logo à entrada da biblioteca escolar da ESAF, surge um expositor que, na sua concepção, envolveu professores e alunos que colaboram com a biblioteca escolar, nomeadamente da área das artes visuais e tecnologias e do departamento de educação inclusiva. 
[O nosso agradecimento às professoras e alunos/as que afincadamente se empenham nesta iniciativa]

6 de outubro de 2018

Mês Internacional das Bibliotecas Escolares


[cartaz da autoria de Maria J. Oliveira]
EuBiblioteca Escolar!
Mês Internacional das Bibliotecas Escolares.
Desta feita para publicar o nosso especial cartaz que evoca e celebra a importância destas estruturas de literacia e apoio ao currículo, bem como o seu afã na promoção da leitura junto de crianças e jovens.
Com base no tema mundialmente sugerido pela International School Library Month, "Why i love my school library", pretende-se passar uma mensagem de conexão e tributo aos serviços que as bibliotecas proporcionam quotidianamente a crianças e jovens nas escolas do mundo, bem sabendo (e lamentando) que em tantos locais do globo ainda carecemos de bibliotecas e escolas, bem incontornável para a formação do ser humano.
O cartaz que por cá preparamos para a evocação do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares - 2018, é obra da professora de Artes Maria José Oliveira, que connosco colabora e intervém nas dinâmicas da biblioteca.

Concurso Nacional de Leitura 2018/19 - fase escolar

Já está a decorrer a 13.ª edição do Concurso Nacional de Leitura (2018/19).
Para ti, que és aluno da ES Alcaides de Faria, do 3.º ciclo ao ensino secundário e profissional, eis o desafio de leitura e escrita que o Plano Nacional de Leitura promove, anualmente, em todas as escolas do país, com o objetivo de celebrar a riqueza do ato de ler e compreender.
Tens pois uma palavra (quantas palavras!) a dizer logo nesta 1.ª fase do concurso - a fase escolar.
Inscreve-te junto do teu professor de Português ou nos serviços da biblioteca escolar! Requisita o livro selecionado e embrenha-te na leitura!
Com "O Anibaleitor", obra selecionada para o 3.º Ciclo, embarca numa aventura inesquecível, a aventura da leitura, cheia de referências e peripécias que não vais deixar de ler e reler, tal a sua capacidade para nos prender página a página. Já com o livro "O Violino de Auschwitz", aqui selecionado para o ensino secundário e profissional, parte numa viagem a um espaço e um tempo ainda tão presentes na memória coletiva da humanidade, momentos que não podemos nem devemos esquecer: os campos de extermínio, o Holocausto, a desumanização versus dignidade humana, a música, um violino, as pessoas... num romance que te vai prender e fazer refletir.
A prova de conhecimento sobre cada uma das obras selecionadas para esta 1.ª fase será realizada nos princípios de dezembro. Entre aprendizagens, vivências e leituras, lá nos encontraremos para a seleção de dois leitores (por cada ciclo) que nos representarão na fase municipal do concurso e, quem sabe, nas que se lhe seguem, até à finalíssima.
Boas leituras!

5 de outubro de 2018

Outubro - mês das bibliotecas escolares


A prática de apoio e convivência ao longo dos anos com milhares de alunos que da biblioteca fizeram e fazem um local de eleição para as suas pesquisas, o empréstimo de livros, a realização dos seus trabalhos, o recurso aos computadores e à rede Internet, a leitura do jornal do dia ou daquela revista generalista ou especializada, o visionamento de um filme, a participação numa atividade, ou ainda o convívio quotidiano... é bem o corolário de que todos os dias, todos os meses, são jornadas da biblioteca. Mas todos os anos, por esta altura, há dias que têm um cunho mais especial, dias para celebrar as bibliotecas escolares, dias que para além de caberem em todos os meses do ano, cabem, de modo muito especial, neste mês de OUTUBRO - O Mês das Bibliotecas Escolares!
É pois muito fácil cair na conta daquilo que é óbvio para a larga maioria dos nossos utilizadores/leitores:
EU GOSTO DA BIBLIOTECA ESCOLAR!
[fonte da imegem - RBE]

Um cartaz de boas-vindas

Desde o início das atividades letivas que quem entra na biblioteca escolar da ESAF se depara com um expositor de boas-vindas incitando leitores e utilizadores às boas consultas, boas pesquisas, boas leituras e lançando-lhes o repto (desde logo para os novos alunos na escola, que são muitos) para que entrem, visitem, conheçam, experimentem, usufruam, partilhem, socializem, valorizem, respeitem, colaborem, expressem-se, vivam a biblioteca! 
O "placard" de boas-vindas, com recurso a pequenas e minuciosas estruturas de papel, obra de professoras de artes e educação tecnológica Maria José Oliveira e Fernanda Carvalho, concretiza pequenas citações/menções a obras de artistas plásticos contemporâneos, da pintura à arquitectura, tomando como pontos de referência as diferentes valências que uma biblioteca pode oferecer - do espaço de leitura aos recantos do audiovisual, passando pela área informática, a polivalente, a de estudo individual e em grupo, até à convivencial. 

14 de setembro de 2018

Sejam bem-vindos à vossa biblioteca escolar

Já com a atenção posta no início das atividades letivas que, segunda-feira 17/09, marcam, por aqui, o início de um novo ano, com novidades curriculares e desafios ligados a novos paradigmas educacionais; hoje foi tempo de receção de novos alunos que, acompanhados pelos pais / encarregados de educação, tiveram a oportunidade de experienciar um pouco da escola que será sua nos próximos tempos. Uns iniciando o 3.º Ciclo, outros a começar o Ensino Secundário. 
Foram tantos os que conheceram os espaços, tomaram conhecimento de recursos e valências que a escola Alcaides de Faria lhes tem para dar, sem deixarem de passar pela biblioteca escolar, que se deu a conhecer, ainda que de forma fugaz, pois não tarda que a azáfama da busca de um espaço para ler e estudar, aceder a um livro ou a um posto de computador, procurar informação e outros recursos com vista aos afazeres educativos, se enquadre na sequência dos dias.
Alunos e pais, professores e outros agentes da comunidade educativa da ESAF -  Sejam bem-vindos! 
A biblioteca da ESAF está de portas abertas.

Recomeçar


Agora que estás de volta à escola e prestes a começar um novo ano letivo, 
a equipa da biblioteca escolar da ES Alcaides de Faria, deseja-te:
as melhores leituras, as mais profícuas pesquisas, a alegria no estudo, 
e conta connosco em prol de mais e melhor sucesso escolar.
Que tenhas um excelente ano letivo!

18 de julho de 2018

Catálogo PNL: uma via rápida para acederes a recomendações de leitura

Em função do que desejas e atendendo a parâmetros como: faixa etária; nível de leitura (pré-leitura, inicial, mediana, fluente); tipo de documento (livro, livro com cd, álbum); temas (da Arte à vida prática...); idioma; mas também pelas entradas de autor, título, assunto, coleção, entre outras possibilidades de pesquisa... aí está o novo motor de busca do catálogo PNL (Plano Nacional de Leitura) com as recomendações de leitura para todas as idades.
Para além de "ferramenta para a promoção e prática leitora", como referiu Teresa Calçada à revista Sábado, eis uma nova via para se aceder às recomendações do PNL. 
Clica na imagem!

Por uma Internet mais segura para todos...

No âmbito da literacia da informação, da informática e da navegação no mundo da Internet, é fundamental estarmos em guarda face a situações críticas de violação de privacidade na rede, sabendo que também é por ela que, de modo criterioso e responsável, podemos aceder a um vasto leque de informações de utilidade incalculável. Consultar a Net, pesquisa na Net, recolher informação (sempre com a devida menção, claro está) é, desde há muito, algo incontornável, mas nuca é demais alertarmos para o uso cauto da rede e seus recursos.
Aqui partilhamos mais um recurso orientado para a segurança na Internet, desta feita um recurso em linha, fruto de parceria entre a Google e a DECO.
Vale, pois, a pena consultar e atender a tão úteis recomendações.
Eis a hiperligação: 


18 de junho de 2018

Fotos vencedoras do BESAF Foto 2018 (11.ª ed.)

No âmbito do BESAF Foto 11.ª edição, concurso de fotografia promovido pela Biblioteca da ES Alcaides de Faria, o júri já deliberou e decidiu quais os três vencedores (1.º, 2.º e 3.º prémio) do certame deste ano. 
Parabéns aos premiados e um bem-haja especial a todos os que participaram no concurso.
Eis os trabalhos vencedores.
[1.º prémio: "Lux et Speculum", de Margarida Correia, 12.ºC]

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[2.º prémio: s/título, de Isabela Santos, 8.ºA]

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[3.º prémio: s/título, de Bruna Ricardo, 11P3]

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Exposição BESAF Foto 2018

Decorre, desde o início do mês, na sala de leitura da biblioteca da E.S. Alcaides de Faria, a mostra de alguns dos trabalhos apresentados por alunos ao concurso de fotografia BESAF Foto 2018, que a biblioteca promove anualmente junto da comunidade escolar. Esta décima-primeira edição do concurso teve como temática um motivo que nos é muito caro - livros, leitura e leitores -, e contou com a participação de vários alunos, de diferentes anos de escolaridade, que responderam positivamente ao repto lançado.
Parabéns aos participantes.

15 de junho de 2018

Premiados do bibliopaper 2017/2018 da BESAF

É vê-los a correr desabridamente entre estantes, freneticamente em busca de um livro, de um título, de uma informação...
é vê-los manusear livros e mais livros, ler o guia da biblioteca, descortinar nele a bússola, o batedor, que os conduzirá à resposta certa...
é vê-los correr contra o tempo alegremente, quase sentir-lhes a adrenalina da descoberta, o brilho da curiosidade...
é vê-los abrir livros, descobrir um autor, aceder a prateleiras com obras da literatura fantástica, outras plenas de livros de aventuras ou clássicos da literatura, e logo ali bem perto outras ainda onde despontam dicionários, enciclopédias, gramáticas e prontuários, livros de Arte e de Matemática, Ciências e Filosofia...
é vê-los aceder à Internet a confirmar um pequeno pormenor sobre o país de origem do autor daquela obra que têm entre mãos...
é vê-los descobrir o que é a cota de um livro, o número de registo, o carimbo de posse, a classe a que pertence...
é vê-los realizar o bibliopaper da biblioteca da ESAF.
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Assim dávamos nota, há tempos, neste blogue, da azáfama que foi a realização de várias sessões de descoberta da biblioteca, do seu fundo documental, do exercício da leitura e da escrita de forma livre e sem obrigatoriedades, do conhecimento do mundo que se expande por entre estantes. No decurso de vários momentos, ao longo deste ano letivo que ora cessa (como, de resto, tem sido corrente ao longos dos anos), aconteceu, pois, bibliopaper. Bem mais de duzentos alunos, trinta e cinco equipas a participar e, dentre elas, uma se destacou pelos seus resultados. Chegou o momento de lhe atribuir merecido prémio e assim foi num dos dias desta semana, em encontro breve mas significante. Parabéns à equipa vencedora pelo lugar especial entre tantos, mas também o nosso grato tributo a todos os alunos que fizeram do bibliopaper deste ano mais uma iniciativa em prol da leitura e da escrita, e por vias direta, também do sucesso educativo.

[Na foto: para além do prof. bibliotecário e da professora de Português do 7.ºC, os cinco alunos que registaram o melhor desempenho no bibliopaper: Diogo, Francisca, Margarida, Rodrigo e Tiago]

9 de junho de 2018

Li, gostei e recomendo... a palavra aos leitores

O que nos diz Margarida Maciel, aluna do 10.º C da ESAF, sobre este livro que leu, gostou e recomenda...

Título: Os Jogos da Fome 
Autor: Suzanne Collins
Editor: Editorial Presença
Coleção: Via Láctea
N.º de págs.: 256
Ano de publicação: 2009
Categoria: ficção / jovem adulto / distopia



"Os Jogos da Fome, de Suzanne Collins, decorre num futuro longínquo em que a América do Norte se transforma em Panem, um país dividido em doze distritos, regidos por um Estado corrupto e absolutista, que governa através do medo. Como forma de espalhar esse medo entre os seus habitantes, Panem organiza anualmente um torneio em que um rapaz e uma rapariga de cada distrito são colocados numa arena, onde terão de lutar até que reste apenas um sobrevivente.
Este livro relata a história de Katniss Everdeen, uma jovem de um dos distritos mais desfavorecidos, que se voluntaria para substituir a sua irmã mais nova quando a sorte dita que esta será a próxima concorrente destes sádicos jogos.
No decorrer do livro podemos testemunhar a luta desta rapariga pela sobrevivência, e ao mesmo tempo pelo desejo de não se tornar apenas um “pião” nos jogos do governo.
Para além de ser uma história fascinante e envolvente que agarra o leitor até à última página, este livro relata mais do que uma fantasia, pois deixa-nos a pensar sobre a influência do Estado e das grandes indústrias sobre nós e dá-nos uma nova perspetiva sobre a sociedade de hoje em dia, realçando como o melhor da natureza humana pode vir ao de cima nas situações mais difíceis.”

15 de maio de 2018

Li, gostei e recomendo... a palavra aos leitores

O que nos diz Marisa Viana, aluna do 10.º C da ESAF, sobre este livro que leu, gostou e recomenda...


Título: Trash - os rapazes do lixo
Autor: Andy Mulligan
Editor: Editorial Presença
Coleção: Diversos Literatura
N.º de págs.: 200
Ano de publicação (pt) : 2014
Categoria: Romance juvenil



“Das obras que li recentemente, a que mais me fascinou foi “Trash - Os rapazes do Lixo”, de Andy Mulligan. Trata-se de uma emocionante e absorvente história de três rapazes que vivem numa lixeira em Behala e que dependem do lixo para sobreviver. Certo dia, encontram uma mala que os irá conduzir por uma perigosa aventura. No entanto, estes jovens não desistem e conseguem, finalmente, revolucionar a vida miserável dos habitantes de Behala.
Com uma linguagem simples e acessível, este livro surpreendeu-me, pois demonstra a coragem e astúcia de três rapazes que procuram justiça, devolvendo o dinheiro aos pobres. Na minha opinião, a autora teve a feliz ideia de trazer até nós uma obra cuja temática tão abrangente, a justiça social, nos faz mergulhar numa sociedade corrupta, em que nenhum valor moral se encontra acima dos valores materiais.
A autora triunfa, de facto, já que coloca nas mãos de três miúdos um valor tantas vezes esquecido pelos adultos, a justiça. É um livro que tem, sem sombra de dúvida, um efeito dominó nos leitores mais jovens e é, decididamente, um primeiro impulso para uma leitura compulsiva e viciante.
Em suma, não obstante seja um livro destinado a leitores mais jovens, estou ciente de que qualquer adulto o gostaria de ler. Por essa razão, eu recomendo-o a qualquer pessoa, visto que, no meu caso, mudou claramente a minha perspetiva acerca do mundo e da realidade humana, permitindo-me observar o dia-a-dia com outros olhos.”

26 de abril de 2018

Nos 44 anos do 25 de Abril de 1974

Perante uma plateia constituída por alunos de cinco turmas (do 7.º ao 12.º ano), biblioteca cheia, revisitou-se hoje aquele "dia inicial inteiro e limpo / onde emergimos da noite e do silêncio" (Sophia), assinalando assim, em ambiente de sensibilização, mas também de festa, o quadragésimo quarto ano da "Revolução de Abril de 1974". Celebrámos a Liberdade por via das palavras, da poesia, do conto, da música e das canções; evocámos histórias e conversámos com um dos militares de Abril, o coronel Bacelar Ferreira, que em 25 de abril de 1974 assumiu, como elemento das Forças Armadas (posto de Capitão), o comando da Unidade (BAM, Póvoa de Varzim) e participou nas ações militares que lhe foram atribuídas - ocupação da ponte de Vila do Conde, sobre o rio Ave e ocupação da emissora de rádio Azurara. Falou-nos da Revolução da Abril, dos ideais que dali emergiram e conduziram à instituição de um regime democrático; falou-nos da liberdade como condição de felicidade; salientou o quanto é importante lembrar a conquista dos valores democráticos e preservar o seu mais lídimo sentido; alertou para os perigos que a democracia corre nos tempos de hoje, face à emergência de derivas totalitárias e de ideologias avessas a valores como a solidariedade, a equidade, a liberdade (em todas as suas dimensões); soube ainda lembrar que o cerne da nossa civilidade democrática, assente em direitos e valores que nos são intrinsecamente inalienáveis, também corre riscos se deixarmos de valorizar a sua defesa e os entendermos como algo de consumado.
A democracia, mesmo com os seus óbices, é um regime de liberdade, de direitos e garantias fundamentais, de sociedade aberta, mas simultaneamente também por isso frágil face ao que na sombra, como a História nos recorda a todo o momento, se pode maquinar.
Lembrar Abril de 1974 é recordar que a tarefa da construção democrática é sempre algo de inacabado.
No final e em uníssono: a Grândola Vila Morena.