Páginas

20 de setembro de 2007

E por que não um blog?!

Este bem pode ser um meio informal de te darmos conta do que na Biblioteca acontece e esperamos que aconteça. Também uma outra forma de interagir: sugerindo leituras, lançando desafios, aguardando sugestões.
De quando em vez uma ou outra reflexão (que, também, pode e deve vir desse lado); e, sempre que possível, dicas sobre como tirar partido deste espaço - centro de recursos, parceiro que é na tua formação.
Contudo, a par dos objectivos e motivações pedagógicas que movem uma biblioteca escolar, há uma outra que nos remete ao princípio, uma que não pode nunca deixar de estar presente, a vontade de ver crescer (para alguns, despertar) o verdadeiro prazer de ler.
Vamos a isso?
Sem imposições, apetece-nos recorrer às palavras de Daniel Pennac :

"Leitura-dádiva.
Ler e esperar.

Não se força a curiosidade, desperta-se.

Ler, ler e confiar nos olhos que se abrem, nas caras que se regozijam, na pergunta que vai nascer e que levará a outras"
(Daniel Pennac, Como um Romance, Trad. Francisco P. Boléo; Edições Asa, 1993, p.122)

Um bom ano lectivo!
Boas pesquisas, boas leituras.
Bons resultados.

A Equipa de Coordenação

4 comentários:

josenatveiga@hotmail.com disse...

Boa ideia um blog da biblioteca!
Agora há que o dinamizar! A todos:
Colaborem!

nat disse...

"Hoje agarrei uma estrela! E quem é ela? A Biblioteca da Escola! "Profª
Marieta Barbosa

nat disse...

"A língua é um sistema que se explica a si próprio!Explicamos o significado das palavras com outras palavras.Ter sido capaz de penetrar neste espantoso sistema fechado significa ser humano.Quem sabe mil palavras pode aprender outras mil!"

nat disse...

A LUZ
Um tempo há em que os fantasmas vêm
todas as noites todos os dias
no céu pairar como se nuvens
fossem e nós um mar de safiras frias

A luz contudo sobre nós ainda
vibra o seu sexo bárbaro esculpindo-nos
na pele a história desses dias finda;
e o mar que somos, reflectindo

no céu dos outros nossos corpos vivos,
funde num tempo só o findo e o vivo

A Moeda do Tempo,
Gastão Cruz