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1 de fevereiro de 2012

Biblioteca escolar em números. Quantos utilizam? O que fazem?


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Por aqui passam, ao longo do dia escolar, muitos utilizadores, alunos de diferentes ciclos e anos de ensino, em busca de informação, de espaço para trabalhar, de acesso à Net, aos livros, audiovisuais, jornais e revistas, mas também para estar um pouco entre pares. Deste movimento, temos a percepção diária, mas que, a cada passo (em cronograma que abrange diferentes momentos do ano lectivo), convertemos em indicador de utilização recorrendo a ferramentas que o materializam (como é o caso dos formulários do Google Docs).

6 de dezembro de 2011

A Biblioteca escolar em números. Quantos utilizam? O que fazem?

Por aqui passam, ao longo do dia escolar, muitos utilizadores, alunos de diferentes ciclos e anos de ensino, em busca de informação, de espaço para trabalhar, de acesso à Net, aos livros, audiovisuais, jornais e revistas, mas também para estar um pouco entre pares. Deste movimento, temos uma percepção diária mas que, de quando em vez (em cronograma que abrange diferentes momentos do ano lectivo), convertemos em indicador de recolha recorrendo a ferramentas que o materializam bem (como é o caso dos inquéritos do Google Docs). 

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8 de outubro de 2011

Quantos utilizam? O que fazem? - A biblioteca em números

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Ross Todd, reputado conhecedor e investigador na área das bibliotecas escolares, costuma dizer que uma BE é como "o pulsar de um coração no espaço educativo". Por aqui passam, ao longo do dia escolar, muitos alunos de diferentes ciclos e anos de ensino, em busca de informação, de espaço para trabalho, de acesso à Net, aos livros, audiovisuais, jornais e revistas, mas também para estar um pouco entre pares. Deste movimento, temos uma percepção diária mas que, de quando em vez (em cronograma que abrange diferentes momentos do ano lectivo), é bom transformá-la em indicador de recolha e deitar mão a ferramentas que o possam materializar. 
Foi o que fizemos - procedemos à contagem de acessos (físicos/presenciais), pelos utilizadores, ao espaço BE; contabilizámos ainda o tipo de utilização dos recursos/serviços; e aqui fica um dado que nos deixa satisfeitos. 

18 de maio de 2011

Quantos entram? O que fazem? - a Biblioteca em números

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Várias vezes, ao longo do ano lectivo, procedemos à contagem de acessos (físicos/presenciais), pelos utilizadores, ao espaço BE. Contabilizámos ainda o tipo de utilização dos recursos/serviços. São muitas as vezes que ultrapassámos mais de meio milhar de entradas por dia, justificando um padrão recorrente de acessos à nossa BE. Um dado que nos deixa claramente satisfeitos, ao mesmo tempo que faz jus à asserção defendida por investigadores, e repetida por muitos profissionais da biblioteconomia escolar, de que a BE é um dos elementos axiais da escola, ou parafraseando Ross Todd - a BE como o pulsar de um coração no espaço educativo.

7 de abril de 2011

Li, gostei e recomendo... a palavra aos leitores

O que nos diz Acácia Silva, aluna do 10.ºB, sobre este livro que leu, gostou e recomenda:
Mágoas da escola

Autor: Daniel Pennac
Editor: Porto Editora
Páginas: 256
Ano de publicação: 2009
ISBN: 978-972-0-04501-0

“Mágoas da escola” apresenta-nos o problema e as causas do insucesso de muitos alunos.
Daniel Pennac, ele próprio um péssimo aluno, presumivelmente condenado ao fracasso, mostra-nos o sofrimento e a “dor de não compreender” do aluno “cábula” através das suas próprias recordações enquanto estudante. Relembra-nos, também, que o professor pode ser um aliado e alguém que nos ajuda a enfrentar as dificuldades.
É, sem dúvida, um livro envolvente e singular que propicia a reflexão e que não deve deixar de ser lido."
Um livro disponível na biblioteca.

27 de maio de 2010

Um dia na BE... num "flash" numérico

Eis uma radiografia (com base na mensurabilidade matemática e gráfica) de um dia na vida da nossa BE, no que diz respeito a entradas e tipo de utilização dos recursos.
Mas atenção, tu - utilizador/leitor, não és um número. Cada um dos mais de meio milhar daqueles que num só dia (afinal todos os dias) recorrem aos nossos serviços - tu, afinal - não é visto como um número, isso sim como uma mente curiosa que procura este espaço para consultar informação, realizar trabalhos, aceder à Net, requisitar um livro ou fazer uma leitura, entre outras valências.