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11 de dezembro de 2018

Um direito

70 anos! 
70 anos da Declaração dos Direitos Humanos! Parecem muitos, mas digo eu: Só 70! Estamos a falar dos direitos do Homem, dos nossos direitos!! Se o ser humano é assim um ser tão racional, tão inteligente, porque só pensou em tal coisa há 70 anos? Irónico não! Mas enfim, não estou aqui para fazer qualquer crítica, mas para relembrar quão importantes são os direitos humanos e apelar à necessidade de os tornar universais.
Direitos! Declaração dos Direitos Humanos! Estas são palavras tão usadas no dia a dia, mas será que sabemos realmente o que significam?! A maioria de nós não!!
Mas digo-vos eu o que é um direito!
Primeiro, um direito é como o nosso coração, nasce connosco, é essencial à nossa sobrevivência, mantem-nos vivos, permite-nos ter emoções….
Um direito é um sol que brilha de dia, que ilumina e aquece, e é uma estrela que reluz à noite, fazendo companhia à escuridão.
Um direito é um sorriso que se destaca entre muitos, um sorriso que tanto sonho ver na criança solitária do bairro ao lado!!
Um direito não é apenas mais uma gota de água, é um oceano inteiro!! Não é uma simples lágrima que corre na face do outro, é antes a alegria que o fez chorar!!
Um direito é o sentido de acordar de manhã, de viver intensamente cada dia. É o desejo e a esperança de muitas pessoas por esse mundo fora, talvez a única coisa que lhes mudaria completamente a vida: um direito.
Um direito é, então, uma força nunca vista, uma riqueza que se esconde, é ouro disfarçado em pedra.
Um direito é um elo de ligação, é uma marca que não desaparece nem disfarça, é a grande igualdade que une as nossas diferenças!!
Um direito é a paixão, é o carinho, a atenção e conforto que todos queremos ter.
Um direito é o nosso amparo nas situações difíceis, é o consolo a que nos agarramos para ultrapassar os obstáculos e é o suporte que nos ajuda a levantar!!
Um direito é tudo isto e muito mais! É, sobretudo, a razão de estarmos a comemorar este dia e de eu estar aqui a falar convosco!!
Mas a minha questão é: se os direitos são assim tão poderosos e maravilhosos, como é que há ainda tantas pessoas que não os têm? Não consigo perceber, a sério que não! O problema estará nos direitos ou no homem? Acho que todos sabem a resposta…!
Sendo assim, respeitem e lutem pelos vossos direitos e os dos outros, pois, nada nem ninguém os pode derrubar!!! Eles são parte de nós!!!!
Por isso: VIVA A DECLARAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS!!!

[Texto da aluna Marisa Viana, do 11.ºC, da Escola Sec. Alcaides de Faria, proferido pela própria aquando da celebração dos 70 anos da Declaração Univ. dos Direitos Humanos, realizada ontem na sala de leitura da biblioteca escolar da ESAF]

70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

Celebrámos ontem (10/12) os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A iniciativa, que decorreu em três locais da ES Alcaides de Faria (pátio de entrada, espaço exterior e sala de leitura da biblioteca escolar), envolvendo vários alunos e o contributo de alguns professores, assinalou dignamente a importância da data, assumindo, ato contínuo, uma vertente sensibilizadora para a consciencialização do valor dos direitos inalienáveis do ser humano.
Foram interpretados temas musicais, lidos poemas, lançados balões com frases alusivas aos direitos humanos... uma simbólica largada de pombos, e ainda a apresentação de uma breve mas tocante dramatização em cenário de "teatro de sombras" - a voz das sombras, a voz "daqueles que não têm voz".
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1 de dezembro de 2018

Li, gostei e recomendo...a palavra aos leitores

O que nos diz Marisa Viana, aluna do 11.º C, sobre este livro que leu, gostou e recomenda:

A minha breve história
Autor: Stephen Hawking
Editor: Gradiva
Páginas:116
Ano de publicação: 2014
Categoria: Autobiografia



“Após ter ficado deslumbrada por uma das grandes obras de Stephen Hawking – “A teoria de tudo – A origem e o destino do Universo” fui tentada a ler os seus outros livros. Como me tinham oferecido no meu aniversário, comecei pel` A minha breve história.
Em contraste com os restantes livros, mais variados em divulgação científica e conceitos teóricos, este apresenta-se como um livro autobiográfico. Retrata, então, a vida deste magnifico génio, desde a sua infância até ao momento em que o escreve, relatando todas as peripécias e obstáculos que se viu obrigado a enfrentar, dando especial relevo à esclerose lateral amiotrófica com a qual teve que viver desde os seus vinte e um anos. Foi precisamente essa possibilidade de uma morte precoce responsável pela coragem, força e espírito de sacrifício que o acompanharam até morte e que o fez aproveitar muitos bons aspectos da vida, quer como marido e pai, quer como cientista.
Em suma, este relato maravilhoso e sincero é deveras surpreendente, uma vez que Stephen Hawking, já conhecido por dar a conhecer o universo e os seus acontecimentos, desta vez, optou por olhar para dentro de si próprio, permitindo-nos observar, de um modo comovente, uma mente brilhante e uma personalidade reveladora, que só um sábio como ele pode ter.”
[Caro leitor da comunidade escolar da ESAF, este é um livro que possuímos no acervo da nossa biblioteca e, claro, também o podes requisitar]

Evocar e celebrar os Direitos Humanos

[cartaz original de Maria J. Oliveira]
Dentro de dias celebraremos os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos
A 10 de dezembro de 1948, num tempo ainda marcado pelas feridas abertas de uma guerra mundial mortífera e de atrocidades inomináveis, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamava uma carta fundamental para afirmação dos direitos inalienáveis e indissolúveis do ser humano. Um marco histórico, um documento incontornável que, infelizmente, continuamos a não ver concretizado em tantos locais do nosso planeta. 
Importa pois informar, ler, refletir sobre o alcance desta carta de princípios. Ao nosso modo, também por cá, no seio da comunidade escolar e com a comunidade escolar, pretenderemos sensibilizar para a nobreza daqueles princípios, cientes dos deveres que convocam. 

Ecos da Semana da Ciência e da Tecnologia #6

A Semana da Ciência e Tecnologia encerrou a 24 de novembro, jornada em que se assinala o Dia Nacional da Cultura Científica, instituído em 1996 pelo então ministro da C & T, Mariano Gago (de tão boa memória), em homenagem a Rómulo de Carvalho / António Gedeão, professor, divulgador de ciência e poeta. 
A este propósito decorreu a 23/11, na biblioteca escolar da ES Alcaides de Faria, uma verdadeira jornada de tributo à ciência e aos cientistas. Dela se dá conta neste "post", por via das palavras de um dos alunos (Marisa Viana) da turma (11.ºC); turma que concebeu, preparou e apresentou a sessão "A Ciência vem à biblioteca".
A palavra, pois, à Marisa para nos relatar como foi:
“Ontem, dia 23 de novembro, quase no culminar de uma semana dedicada à ciência e à tecnologia, nós, a turma 11ºC, tomamos a iniciativa de comemorar o Dia da Cultura Científica (que hoje, 24/11, se assinala) na biblioteca da ESAF. Para isso, organizamos a atividade “A Ciência vem à Biblioteca”, que contou com a declamação de poemas, a realização de experiências, divertimento, entre outros, proporcionando ao nosso público uns doces momentos, mergulhando no vasto mar de conhecimentos que é a Ciência. 
Desde experiências envolvendo fúria e ânimo até poemas calmos e confortantes, esta atividade foi, de facto, uma mistura de sentimentos, de ideias e opiniões, permitindo a passagem da mensagem sobre a Ciência aproximando-a do público. Devido ao esforço e trabalho de toda a turma e ainda com a colaboração da audiência, constituída por alunos como nós, conseguimos, realmente, mostrar a importância da Ciência nas nossas vidas que, aparentemente parecem simples e curtas, mas, na verdade, escondem grandes mistérios. Além disso, através desta atividade, tivemos a oportunidade de revelar aos presentes que na Ciência também há obstáculos e desilusões, assim como os há nas nossas vidas. Mas o mais importante é que todos devemos agir como os cientistas, no nosso dia a dia, ou seja, devemos ter espírito de persistência e a capacidade de aceitar as falhas e aprender com elas. Por último, queríamos agradecer a todos os que vieram assistir, aos meus colegas pelo trabalho que tiveram, aos professores que também intervieram neste processo e à biblioteca por nos ter convidado. E ainda vos deixo aqui um conselho: Não precisam de fazer parte da Ciência, mas devem deixar que a Ciência faça parte de vós!”
[Gratos aos alunos do 11.ºC, aos professores Cecília Esteves e David Ferreira, e a todos aqueles que a seu modo também contribuíram um pouco para a materialização desta sessão]


Ecos da Semana da Ciência e da Tecnologia #5

Quinta-feira, 22/Nov., num ambiente de ciência com humor e muita, muita alegria, alunos da professora Madalena Pinto, encantaram e divertiram os muitos alunos e outros elementos da comunidade escolar, que encheram por completo os dois pisos da biblioteca da ESAF. Ao longo de mais de uma hora, a biblioteca foi palco de um interessante espetáculo, onde a diversão aliada à ciência marcou presença. Numa sucessão de breves mas cómicos apontamentos sobre cientistas e inventos, interpretados por alunos de diferentes anos de escolaridade; com lugar para a música e canções na onda, e com a dança de permeio, fez-se menção à ciência de forma lúdica e motivadora.
Assim acontece na Semana da Ciência e Tecnologia da ESAF!

Ecos da Semana da Ciência e da Tecnologia #4

Ciência para todos. 
Em período de celebração da cultura científica e tecnológica (19 a 24/Nov., na BESAF) sucedem-se as visitas de alunos dos diferentes anos e níveis à biblioteca, por estes dias também em modo de laboratório.

Ecos da Semana da Ciência e da Tecnologia #3

Semana da Ciência em curso.
Mais uma breve sessão de ciência, realizada a 21 de novembro na biblioteca da ESAF, desta vez no contexto da Química. Alunos do 9.º ano, sob supervisão da professora Filomena Pedras, de acordo com os procedimentos técnico-laboratoriais necessários, as devidas explicitações científicas e ainda as incontornáveis precauções de segurança, procederam à experiência laboratorial da combustão do Magnésio. Houve tempo ainda para se falar das propriedades dos elementos químicos envolvidos e da importância da Química na nossa vida.

Ecos da Semana da Ciência e da Tecnologia #2

Breves sessões de ciência na biblioteca da ESAF, de alunos e para alunos. 
A 20 de novembro, relembrou-se quão antigo é o nosso planeta, biliões de anos e uma sucessão de eras geológicas depois para constatarmos a simples evidência de que, na história da Terra, acabamos agora mesmo de surgir, nós os humanos.
E assim viajamos no friso do tempo, desde as origens até ao presente. 
Uns minutos de ciência, na Semana da Cultura Científica, pelo conhecimento e também pela criatividade dos alunos de duas turmas que, esta tarde, na sala de leitura e perante outros colegas, partilharam conhecimentos.
[Gratos aos alunos e às professoras Carminda e Ludovina]

Ecos Semana da Ciência e da Tecnologia (C & T) #1

Todos sabemos que no miolo das estantes da biblioteca vivem ideias, teorias, teses, obra de escritores, pensadores cientistas... por lá encontras obras que vão da literatura ao cinema, da biologia à bioética, da ciências sociais às matemáticas, da psicologia às ciências aplicadas, e, por estes dias, um ambiente de laboratório com equipamentos e materiais ligados ao mundo dos fenómenos científicos.
Vem e visita! Estamos na Semana da Cultura Científica e Tecnológica (19 a 24/11).

18 de novembro de 2018

Semana da Ciência & Tecnologia 2018

Aí está a Semana da Cultura Científica (Ciência e Tecnologia), numa iniciativa conjunta das áreas disciplinares de Biologia/Geologia; de Física e Química, e também da biblioteca escolar.
Por estes dias vamos evocar o labor científico, a prática e a teoria, trazer o laboratório e a experiência científica à sala de leitura da biblioteca, entre outras atividades que dão conta do papel da ciência no contexto do vasto conhecimento humano.

14 de novembro de 2018

Acontece na Biblioteca

No quadro da evocação do Dia Mundial da Filosofia, realiza-se amanhã, 15/11, em duas sessões (10H e 15H00), na sala de leitura da biblioteca da ES Alcaides de Faria, uma sessão filosófica com a apresentação de um filme, seguido de debate, sobre uma temática que nos toca a todos e a cada um e que se prende com a inscrição, enquanto sujeitos humanos, no tecido social.
A iniciativa parte dos alunos do Clube de Debates da ESAF, clube de pensamento crítico, que tem orientação da professora Maria Emília Torres, e articula com a biblioteca escolar. Intitula-se "Virtual(mente) - Construção Virtual vs. Contrato Social" e promete desacomodar interpelando-nos.

Dia Mundial da Filosofia 2018

[Cartaz: Maria José Oliveira]
Amanhã, 15/11, evocaremos o "Dia Mundial da Filosofia", instituído pela UNESCO em 2002,com o objetivo de convocar a necessidade da reflexão filosófica. A evocação anual do Dia da Filosofia assinala-se, por proposta daquela entidade, na terceira quinta-feira do mês de novembro. 
É nosso entendimento que a reflexão filosófica deve estar na ordem do dia de todos e de cada um, sublinhando-se o facto de que a mesma não é, de forma alguma, algo que se dilui ou se perde em abstrações desligadas do real, mas sim que se imbrica na realidade quotidiana. 
Numa iniciativa conjunta do Clube de Debates / Área de Filosofia e da biblioteca escolar, vamos celebrar a importância da Filosofia e da atitude racional crítica face à realidade que nos envolve e da qual somos parte ativa. 

31 de outubro de 2018

Exposição na biblioteca: "Día de los Muertos" e sugestões de leitura

Este ano, os alunos de Espanhol, sob orientação da professora Paula Machado, levam-nos a uma tradição que vem de lá do outro lado do Atlântico... Ora adivinhem?
Isso, uma incursão no México, mais propriamente numa das suas mais emblemáticas tradições festivas - Dia de los Muertos - tão antiga, tão antiga, rezam as crónicas, que chegam desde os tempos dos povos nativos e seus rituais, dos tempos dos impérios desaparecidos (Maias, Aztecas e outros) . Festiva, dizíamos nós! Pois sim, a morte vista sob um outro prisma, que não o da sorumbática melancolia de outros; a morte como fim, mas também como princípio de um novo ciclo, a morte como parte da vida. E é para isso que nos remetem os trabalhos expostos: caveiras, esqueletos e outra iconografia, face à qual não se fica indiferente e nem tampouco se esconde um certo fascínio...
E como da evocação da morte se trata, aqui vista sob um prisma diferente da tradição judaico-cristã, nada como apresentar uma ou outra sugestão bibliográfica; sendo que, para os mais novos, "Coco", o livro do filme, que ainda há pouco tempo fascinou tantos - bela e enternecedora viagem ao mundo dos mortos; e, para os mais adultos, aqueles que não dispensam um bom texto de literatura pura, nada como Juan Rulfo, com o magnífico livro que é "Pedro Páramo", uma daquelas obras que se lê e jamais se esquece, rica pelo virtuosismo da melhor prosa, densamente poética e fantasmagórica, verdadeiramente mítica. Para quem não conhece, Juan Rulfo, autor de paragem obrigatória e inolvidáveis momentos de leitura.
A ver, pois; e a ler também... na biblioteca da ESAF!