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28 de setembro de 2017

Cápsula do tempo


E naquele velho livro de Camilo Castelo Branco, folhas amarelecidas pelo tempo, que suscitara dúvidas (assistentes operacionais atentas) quanto à grafia do título... uma descoberta acidental (de certo modo, gratificante)! Ali, entre páginas há muito quietas, quando agora folheadas, eis que chega até nós (neste setembro de 2017) não apenas a memória de antigos empréstimos domiciliários, nem tampouco dos leitores que outrora seguiram a trama das novelas de Camilo (hoje tão esquecido) ou se deliciaram com o seu estilo, mas também, ali, em letra de forma e em bom estado, um talão de empréstimo domiciliário dos anos de 70 do século passado. E com ele a memória de um tempo de décadas que (queremos querer) talvez ainda defina aquilo que somos hoje. O tempo da antiga Escola Industrial e Comercial de Barcelos. A génese daquela que seria, mais tarde, Escola Sec. de Arcozelo, depois Escola Secundária Alcaides de Faria, e hoje, com o mesmo nome, é sede do Agrupamento de Escolas Alcaides de Faria. Sim, nesse outro tempo, outras gerações, a biblioteca lá estava, não sob o mesmo paradigma dos dias que correm, mas estava, e os seus ecos chegam até nós, assim: inesperadamente!
Pode um livro ser uma verdadeira cápsula do tempo? 
(a pergunta pode até parecer retórica, porque um livro é uma cápsula de tempo, mas faz contudo lembrar que nas páginas de um livro, pedaços de história, paisagens, arquitecturas, objectos, sentimentos, enredos, relatos de batalhas, amores, estórias de vida, notas de rodapé, até mesmo um velho talão de empréstimo... podem coexistir.)

Ei-lo

À descoberta da biblioteca [formação de utilizadores]

Uma prática que se repete todos os anos por esta altura, tempo para receber e dar a conhecer a biblioteca escolar e as suas valências a alunos que, (muitos) pela primeira vez nesta escola, chegam agora ao 7.º e ao 10.º ano de escolaridade. Conhecer e tirar partido deste centro de recursos - o objetivo destes encontros em que, durante noventa minutos, se leva novos utilizadores em viagem pelas diferentes áreas funcionais da biblioteca. À descoberta de funcionalidades, regras e modos de proceder, gestos tão simples como descobrir o O Anibaleitor ou Os livros que devoraram o meu pai, na secção de literatura juvenil; um dicionário ou uma enciclopédia na área das "Generalidades" (sim, tomam contacto com a Classificação Decimal Universal); um prontuário na "Língua/Linguística", um livro de Edgar A. Poe na secção dos fantásticos, ou a biografia de Nelson Mandela, não muito longe das obras de Geografia e de História. Mas também como requisitar um livro para leitura caseira, ou aceder aos computadores e à rede Internet, sem esquecermos dicas sobre como navegar no mundo virtual, quanto neste, tão palpável, feito de aromas e fibras, que ao longo das estantes se dispõe em sequências de títulos e respetivas etiquetas de cota. Ou ainda saber da possibilidade de que ali, naquele recanto, que até tem sofás, se pode ler mais informalmente um jornal do dia, a National Geographic, a Visão (júnior, inclusive), a Blitz, a Quero Saber, a SuperInteressante,  e outras revistas de interesse. 
No final, as perguntas habituais, aquelas que timidamente se formulam, não vá ser um disparate, mas que afinal não é nada disso... as perguntas nunca são disparatadas. Vale sempre esclarecer qualquer dúvida. 
- Não, na biblioteca não é preciso pagar quota para se ser leitor/utilizador. 
- Não, não é preciso estar sempre a pedir licença para retirar um livro da estante, o acesso é livre.
- Sim, podes ler aqui, também ali, naquele recanto, ou ainda ali...
- Não, não podes sair com o livro debaixo do sovaco, importa primeiro passar pelo balcão de atendimento e proceder ao respetivo empréstimo.
- Sim, os livros obedecem a uma ordem e a critérios de organização e assim se dispõem ao longo das estantes.
- "Ah! já percebo - interpela um aluno - aquelas letras junto às prateleiras... e aquelas sina... sina quê?"
 - ... sinaléticas!
- Claro, tens os cacifos para as mochilas ali, logo à entrada... 
- Telemóveis? - Em silêncio, por favor... 
As perguntas sucedem-se e os esclarecimentos também.
Este mundo também é teu... dispõe, pois, e não deixes nunca que a curiosidade se apague!

[Gratos aos professores que já acompanharam os seus alunos nesta formação de utilizadores, mas também àqueles que por cá vão passar no mesmo encalço]

11 de setembro de 2017

Boas-vindas

Agora que estás de volta à escola e prestes a começar um novo ano letivo,
a equipa da biblioteca escolar da ESAF
Agrupamento de Escolas Alcaides de Faria
deseja-te:
boas leituras, boas pesquisas, bom estudo, bons resultados.
Um Bom Ano Letivo 2017/2018

12 de julho de 2017

Eia, tantos livros! (ou o deslumbre da pequenada na biblioteca)

Aproveitando o intervalo da época de exames, numa altura em que se fazem balanços e já se vai congeminando algumas ideias para as atividades do próximo ano letivo, a biblioteca escolar da ESAF recebeu visitantes muitos especiais. Aconteceu na segunda-feira, 10 de julho, pela tarde, quando por cá recebemos não os habituais alunos do 7.º ao 12.º ano, utilizadores que ao longo do ano usufruem quotidianamente dos serviços desta biblioteca, mas sim crianças do 1.º Ciclo (do 1.º ao 4.º ano) que, de uma escola da região (acompanhadas por uma docente e assistentes), se deslocaram ao nosso espaço para descobrirem a biblioteca dos "meninos grandes" e com ela interagir.
Céu Rodrigues, assistente operacional, há longos anos neste serviço, foi quem desta vez deu a conhecer os recantos e valências desta biblioteca escolar, interagindo com as crianças que, em alegre azáfama, descobriram, manusearam, folhearam e leram livros do nosso acervo, acederam aos computadores e, na zona de leitura audiovisual, ainda se entusiasmaram com as desastradas peripécias mímicas da pantera cor-de-rosa. E, claro, os meninos e meninas foram um feixe de perguntas, tantas mas tantas perguntas, daquelas que resultam do aguçar da curiosidade quando se entra num espaço destes. / jd

7 de julho de 2017

Olha o Robot

No âmbito da iniciativa - Férias divertidas na Biblioteca Municipal (Barcelos) - recebemos, na tarde desta 3.ª feira (04/07), a visita de crianças e jovens, que contactaram e interagiram com pequenos robots e ainda experimentaram divertidas situações de programação. A sessão, que decorreu na área de informática e sala polivalente da biblioteca escolar da E.S. Alcaides de Faria (ESAF), foi proporcionada pelo Clube de Robótica da ESAF, com dinamização a cargo de alunos do clube e do professor que o coordena: Rui Figueiredo.
Logo após esta sessão, outra se seguiu nas oficinas de Mecânica e Eletricidade, aqui sob orientação de professores da área e, desta feita, em contacto com tecnologias mecânicas e eletrónicas, sem esquecer a observação do carro produzido e desenvolvido na ESAF, veículo que participa anualmente na prova internacional Shell Eco-Marathon.

12 de junho de 2017

Recicla e Brinca... uma exposição especial

Por estes dias, na sala de leitura da biblioteca da ESAF, em local bem visível e atraindo o olhar de todos os que diariamente a frequentam, está patente uma exposição de brinquedos e objetos lúdicos elaborados sob a supervisão de docentes (Orlanda Ferraz, Albertina Coutinho, Cristina Batista...) que também trabalham com as crianças da Educação Especial. 
Esta é uma exposição inclusiva no seio de uma escola inclusiva. Os trabalhos expostos aliam a imaginação e a criatividade a uma dimensão lúdico-pedagógica que se preocupa com o ambiente e a reciclagem. Por via de trabalhos manuais pode, como se constata, educar-se para a tomada de consciência ecológica, que olha para o descartável e nele encontra potencialidades outras e novos modos de utilização.

6 de junho de 2017

Diz não ao bullying! - uma singela mas importante ação de sensibilização

Sob a forma de cartazes, pequenas estruturas tridimensionais, desenhos alusivos, palavras de ordem... alunos do 7.ºC, sob supervisão da professora Fátima Silva (da disciplina de Educação para a Cidadania), tentam chamar a atenção dos pares, dos muitos alunos que diariamente cruzam a porta da biblioteca escolar, para uma realidade altamente perniciosa e que ocorre, silenciosa e insidiosamente, em grande parte dos ambientes escolares (mas não só) do mundo. 
A violência em contexto escolar, sob diversas formas e de modo repetido, é algo que existe, sem que muitas vezes os próprios agentes escolares se deem imediatamente conta. O fenómeno designado por bullying é pois uma realidade que importa sempre analisar e discutir entre os jovens, dando-lhes indicações e dicas de como reagir face a situações que configurem violência continuada nas mais diversas formas. Por cá, têm sido sensibilizados, ao longo do tempo, os diferentes atores da comunidade escolar e educativa; contudo, nunca é demais chamar a atenção para o fenómeno, para o sofrimento que acarreta, e a todos sensibilizar. Os trabalhos, ora expostos, simples mas suficientemente fortes para nos levar a pensar sobre o assunto e debatê-lo, podem ser observados num dos recantos principais da biblioteca e quiçá serem ponto de partida reflexivo para mais alunos, professores e pessoal de apoio à educação, reforçarem a guarda face a um fenómeno que urge sempre contrariar.

Palmarés do BESAF Foto 2017

Parabéns aos vencedores da 10.ª ed. do Concurso de Fotografia BESAF Foto 2017. 
A cada um dos premiados coube como prémio um livro. 
Boas leituras!

5 de junho de 2017

O Património à minha volta ~ 10.ª ed. do concurso de fotografia BESAF Foto

A edição de 2017 do BESAF Foto (10ª), concurso de fotografia promovido pela biblioteca escolar da Alcaides de Faria (escola sede do agrupamento com o mesmo nome), que teve como temática "O Património à minha volta", já tem vencedores. Ana Lopes (1.º prémio), João Lourenço (2.º) e Beatriz Tomé (3.º), alunos que frequentam este estabelecimento de ensino, são os premiados da presente edição. 
1.º Ana Lopes
2.º João Lourenço
3.º Beatriz Tomé
A temática recorrente nas várias edições deste concurso de fotografia tem sido o livro, a leitura, as bibliotecas… porém, este ano, orientamos o desafio para o âmbito do património cultural e sua importância na consolidação da memória comum e identitária de uma região, aquela onde nos enquadramos. Sempre com o objetivo de se estabelecer a ponte entre as múltiplas literacias, desta vez, deslocou-se a ênfase para cruzamento entre literacia visual e literacia para o património. As fotografias ora expostas, na sala de leitura da biblioteca da ESAF, são já uma seleção de entre as largas dezenas de fotogramas que nos chegaram ao longo do certame. 
A todos os alunos concorrentes o nosso agradecimento por terem participado no concurso e, naturalmente, especiais parabéns para os três premiados, que terão direito (como prémio) a um livro.
Veja a galeria virtual com algumas das fotografias apresentadas a concurso e, neste momento, expostas na sala de leitura da biblioteca escolar da ESAF.

30 de maio de 2017

Ler para descodificar...

Sugestões de leitura - um outro olhar sobre os livros.
As propostas dos alunos, com recurso a elementos gráficos e criatividade a preceito, são uma forma imaginativa de nos propor leituras e acicatar o gosto pela descoberta daquilo que os livros guardam e estão dispostos a partilhar quando lidos. 
A ideia de divulgar leituras por meios imaginativos, que não as tradicionais (mas também incontornáveis) sinopses, prolongou-se até este 3.º período, e, desta feita, chegou-nos um novo cartaz alusivo a uma conhecida obra de Manuel Alegre - Cão como nós
O cartaz, inserido na iniciativa – Ler para descodificar  -, vem da parte de dois alunos do 7.º ano que, sob supervisão da professora Cristina, nos propõem conhecer a história de kurika, um épagneul-breton, cão tão alegre quanto meigo, inteligente, mas também desobediente, que deixou saudades no autor. Queres descobrir porquê? 

20 de maio de 2017

"O Património à minha volta" - exposição na BESAF

A 10.ª edição (2017) do BESAF Foto, concurso de fotografia promovido pela Biblioteca Escolar da Escola Secundária Alcaides de Faria, subordinada ao tema - O Património À Minha Volta -, contou com a participação de vários alunos, do 3.º Ciclo e do Ens. Secundário, com trabalhos que já podem ser apreciados na sala de leitura da Biblioteca da ESAF.
A mostra reúne uma seleção de trabalhos submetidos a concurso. Anunciaremos, oportunamente, os três melhores trabalhos escolhidos pelo júri.


17 de maio de 2017

Quando alguém oferece um livro a uma biblioteca... breve crónica de um gesto que nos apraz

Não é tão raro assim contar, de quando em vez, com a doação de livros (do género literário, histórico, científico...) para o fundo documental da biblioteca escolar; gesto que apreciamos verdadeiramente, não só porque nele vemos um acréscimo mais ao número de obras disponíveis aos leitores, mas sobretudo pelo que encerra de partilha, de pôr em comum com a comunidade escolar, com os leitores que dela fazem parte, um livro ou vários que, assim, chegam a muitos mais. 
Oferecer um livro a uma biblioteca, sobretudo obras que resistem ao tempo (mesmo que marcadas pela usura...) e ainda distantes da obsolescência, é sempre uma generosidade, à qual respondemos com gratidão. Já recebemos de professores, de alunos, de instituições... mas não tem sido tão comum assim receber de encarregados de educação; não que já não tenha acontecido, mas é mais raro, dadas as faixas etárias que servimos -alunos adolescentes e jovens do ensino secundário. Por isso, este post não quer deixar de fazer menção à doação que nos chegou hoje. 
Chegou mais um livro à biblioteca, à biblioteca que serve muitos, e quão bem vindo foi! A singeleza do ato de partilha muito nos sensibiliza. Desta vez não veio daquele(a) professor(a), daquele(a) aluno(a), que reconhecem na biblioteca um centro de partilha, que a ela recorrem e sabem que ela lhe é significante; não, desta vez chegou de uma encarregada de educação, de alguém que leu, apreciou e que resolveu deixar aquele livro ao dispor de muitos mais, porque lido disseminará o seu ensejo e talvez deixe uma marca no leitor que virá. 
E logo, logo, o tal livro (da autoria de uma Prémio Nobel da Literatura), depois de catalogado, classificado, indexado, inserido no sistema... fará parte de um universo maior, de um acervo aberto a tantos... aguardando o próximo leitor.
Serás tu?

["(...) Dedico-me com desespero (de livro para livro) ao mesmo trabalho: reduzo a história à dimensão humana. (...) Se eu não lesse Dostoiévsky, o meu desespero seria maior..." 
_ Svetlana Alexievich, in Rapazes de Zinco. Edições Elsinore (2017)]

Do figurado de Rosa Ramalho - um recurso documental

Ontem, na sala de leitura da biblioteca da ESAF (em palestra proferida pelo Bibliotecário Municipal - Victor Pinho), falou-se de duas importantes figuras da região de Barcelos, conhecidas cá e além fronteiras, pela marca que deixaram. Falou-se de D. António Barroso, no domínio da religião, da igreja e da missionação; e de Rosa Barbosa Lopes, natural de S. Martinho de Galegos, mais conhecida por Rosa Ramalho, a oleira, mulher do povo, influenciada pela tradição religiosa e festiva, lendas e histórias da ruralidade, que transfigurou em fantástico figurado, interpelante e sui generis, qual "iconografia rural e doméstica" (como designou Rocha Peixoto na obra Etnografia Portuguesa), vivências do quotidiano, das mais comezinhas às experiências oníricas e do sagrado.
Cientes de que os alunos e professores, que assistiram à sessão que reportamos ontem, quer por gosto e curiosidade, quer por vontade de conhecer mais, poderão desejar pesquisar sobre a temática, aqui divulgamos um recurso que faz parte do nosso acervo e, por conseguinte, acessível aos leitores / utilizadores desta biblioteca escolar.

Título: Rosa Ramalho: a colecção
Autores: Alexandre A. Costa e Isabel M. Fernandes
Editor: Museu de Olaria | Município de Barcelos
N.º págs.: 203 (ilustrado)
Ano de publicação: 2007
Categoria: Catálogo


16 de maio de 2017

Lembrar para conhecer - personagens importantes da região

Conhecer a história local, episódios e figuras, é condição de afirmação da identidade de qualquer grupo humano. Conhecer não apenas factos e eventos de cariz histórico, mas também aquelas pessoas que, destacadamente, inscreveram os seus nomes na história comum de uma comunidade, é ainda um modo de reconhecer a sua ação e do que representam para as gerações que lhes sucederam. Conhecer a história de uma comunidade: locais, pessoas e feitos, quadra-se, pois, com os objetivos de uma literacia que alarga horizontes e nos esclarece sobre os alicerces daquilo que somos. Nesse encalço, contámos, esta manhã, com a presença do bibliotecário municipal, Victor Pinho, que nos veio falar sobre duas figuras importantes da nossa região. Sobre tantas outras, igualmente notáveis e que merecem igual lembrança, se poderia ter falado; mas, desta feita, a palestra recaiu sobre D. António Barroso, missionário e bispo; e Rosa Ramalho, inconfundível figura da olaria criativa barcelense. Sobre cada uma destas figuras, que fazem parte da nossa história local e nacional, Victor Pinho teceu considerações várias que prenderam a atenção dos alunos presentes na sala de leitura da biblioteca da ESAF. Uma sessão muito agradável, num estilo de comunicação envolvente e apelativo, informal, que complementou proficuamente muitos dos conteúdos que, já em contexto formal, também se transmitem no âmbito da sala de aula.

28 de abril de 2017

Ação de sensibilização sobre o 25 de Abril de 1974

Foi bonita a festa. A festa da liberdade, a festa dos cravos na biblioteca da ESAF (que levamos a cabo ontem, 27/04, na sala de leitura da BESAF).
Falou-se do 25 de Abril e das suas conquistas. Cantou-se Zeca Afonso e disse-se Ary dos Santos. E lembrou-se a conquista de um tesouro, pelas palavras de Manuel António Pina.
Uma sessão cívica, histórica e pedagógica, com música, relatos e canções de Abril.
Parabéns aos alunos!
Gratos à prof.ª Marieta que disse Ary dos Santos como deve ser dito; e narrou M. A. Pina com o tom de quem conta histórias que nos prendem até ao fim!
Gratos à Associação 25 de Abril tão bem representada pelo Coronel Luís Bacelar (Capitão ao tempo do 25 de Abril de 1974).
A escola também é isto!