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7 de fevereiro de 2017

Sessão sobre Internet Segura na BESAF

Nesta terça-feira, 7 de fevereiro, assinalou-se o Dia da Internet Mais Segura 2017
Em diferentes continentes e em mais de 100 países a preocupação com o acesso seguro e responsável à rede Internet, seus aplicativos e modos de uso, é hoje ponto da ordem do dia, desde logo nas instituições que prestam à sociedade um serviço educativo. Naturalmente por aqui, e desde há vários anos, é também nossa preocupação alertar alunos e utilizadores não apenas para os perigos que a utilização da rede pode implicar, mas também, de forma positiva, para os cuidados que o acesso à Internet requer. Neste encalço, recebemos hoje uma equipa da Escola Segura (da Polícia de Segurança Pública) que, perante cerca de uma centena de alunos, abordou, durante mais de uma hora, temas diversos ligados à cibersegurança - do cyberbulliyng ao roubo de identidade nas redes sociais, passando pelos direitos da imagem, o direito à privacidade e à intimidade, o respeito pela integridade do próprio e dos demais, os cuidados com códigos pessoais de acesso, a consideração dos direitos de autor (para se evitar o plágio), os vírus e "malwares", os acessos a sites nada recomendáveis, as redes sociais e os desafios de segurança que elas implicam... e muitas outras problemáticas que, tantas vezes, decorrem do simples facto de estarmos frente a um computador a interagir com o largo mundo da Internet.
Foi uma sessão muito esclarecedora e que, sem rodeios, também chamou a atenção para as situações que online podem configurar crime. Estamos pois gratos à P.S.P. (Braga / Barcelos) pela resposta tão pronta à nossa solicitação e, ato contínuo, pela colaboração prestada, sem esquecer a prestação pedagógica e sensibilizadora dos agentes da autoridade que hoje nos visitaram. 

6 de fevereiro de 2017

Semana da Internet Segura na BESAF

Amanhã, 7 de fevereiro, assinala-se o Dia da Internet Segura 2017. O tema deste ano passa por marcar a diferença e por ela mostrar que unidos podemos fazer uma Internet melhor.
Todos sabemos que todos os dias são dias de atenção à segurança no mundo digital e online, quer seja na sala de aula, em casa, na biblioteca escolar, ou nos demais contextos de vida. Contudo, estas jornadas têm o condão de aumentar, por estas ocasiões, o grau de acuidade e reflexão em torno das problemáticas ligadas ao mundo da Internet, um mundo que se imiscui de forma tão diversa e intensa no dia-a-dia de todos. Por isso, sirvam estas jornadas ou, no caso, a semana que ora decorre, para fazer da problemática ligada à segurança digital um incontornável ponto da agenda, sem que isso se restrinja a pensar-se que ao longo do ano se baixe a guarda (bem pelo contrário) face aos perigos que a rede Internet também esconde.
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É neste contexto que surgem vários trabalhos (realizados por alunos do 8.º ano, sob supervisão da professora Fátima Silva, colaboradora da biblioteca escolar da ESAF) que, por estes dias, se mostram no espaço da biblioteca e, de forma criativa, chamam a atenção dos alunos não apenas para os diferentes perigos associados ao uso incauto (e por vezes até irresponsável) da Internet, mas também e de forma positiva para atitudes e comportamentos a ter em conta no que toca à utilização desta imensa rede digital.
A par da exposição destes trabalhos escolares alusivos ao tema e da sensibilização diária para práticas responsáveis na utilização da Internet e seus aplicativos, teremos a oportunidade de, amanhã, com o contributo de uma equipa da Escola Segura (da P.S.P. de Barcelos), ver esclarecidos dúvidas e receios que a interação com a gigantesca rede digital suscita.

2 de fevereiro de 2017

Novidades na estante...

Já disponíveis para consulta e leitura no espaço da biblioteca, mas também no apoio ao currículo por empréstimo para a sala de aula (como já ocorreu com alunos de artes visuais e design), um conjunto de obras sobre história da arte (artistas, ofícios e correntes), que a Área de História pôs à disposição do acervo da biblioteca da ESAF (já catalogadas e integradas no fundo documental). 
Obras da Coleção: Mestres da Arte.
Boas consultas, boas leituras!

25 de janeiro de 2017

Ler para descodificar...

Sugestões de leitura - um outro olhar sobre os livros
Lembram-se? A Ilha de Tesouro (de Robert Louis Stevenson) e Doze Naus (de Manuel Alegre), foram os dois livros sugeridos, no final do 1.º período letivo, por alunos do 8.º B (da prof.ª de português, Cristina Gomes), que pontificaram nos escaparates da biblioteca da ESAF. Por agora, este 2.º período traz-nos novidades no que toca a propostas de leitura.
As propostas dos alunos, com recurso a elementos gráficos e criatividade a preceito, são uma forma imaginativa de nos propor leituras e acicatar o gosto pela descoberta daquilo que os livros guardam e estão dispostos a partilhar quando lidos. A iniciativa de divulgar leituras por meios imaginativos, que não as tradicionais (mas também incontornáveis) sinopses, continua neste 2.º período, e, desta feita, contamos agora com dois novos cartazes alusivos a duas obras bem distintas no tema e no tempo, que remetem para um gosto diversificado. Eis então as novas propostas promocionais de leitura que nos chegam da parte de alunos do 8.ºG, sob supervisão da professora Cristina.
Uma das propostas leva-nos até ao final do séc. XVIII para nos envolvermos no universo romanesco da obra-prima de Jane Austen – Orgulho e Preconceito; a outra, com temática bem diversa, mas que também prende a atenção do leitor, fixa-se no degredo a que muitos seres humanos foram sujeitos durante a Segunda Guerra Mundial, nomeadamente nos campos de concentração nazi, pela história de duas crianças cujos destinos se cruzam. Trata-se da obra que tem conquistado a sensibilidade e o apelo à humanidade de jovens e adultos: O rapaz do pijama às riscas, livro de John Boyne.
Mas nada como passares pela biblioteca da ESAF e descodificares aquilo que jovens como tu deixam entrever, no espaço de uma cartolina, sobre estes universos de escrita. 
Ah! Estes livros também fazem parte do nosso fundo documental, procura-os se assim o desejares.
Boas leituras!

24 de janeiro de 2017

Sessão de cinema do PNC na ESAF

Hoje foi a vez de duas turmas do 9.º ano, da escola sede do Agrupamento Alcaides de Faria, assistirem a mais uma sessão de cinema, no quadro do programa de literacia fílmica do Plano Nacional de Cinema.
Jaime”, de António-Pedro Vasconcelos, fita de 1999, incursão na vida de um adolescente de 13 anos (filho de um casal recém-divorciado), cuja ânsia de voltar a ver os pais juntos o leva a embrenhar-se num mundo de adultos, duro e desencantado, trabalhando às escondidas na expetativa de ganhar algum dinheiro e com ele poder resolver (ilusoriamente) os problemas de uma união sem futuro; foi a proposta cinematográfica para a sessão do PNC do Agrupamento, realizada esta manhã.

Concurso Nacional de Leitura (final da 1.ª fase na ESAF)

Já está afixada, num expositor da Biblioteca da Escola Sec. Alcaides de Faria, a lista de alunos selecionados nesta 1ª fase (a nível de escola) da 11.ª Ed. do Concurso Nacional de Leitura (2017). Os alunos apurados nas diferentes categorias irão representar o nosso estabelecimento de ensino na 2ª fase do concurso (provas nas Bibliotecas Municipais – DGLAB).
Será dada, a seu tempo, informação adicional sobre a próxima fase do concurso. 
Se queres saber se foste um dos selecionados, é só consultar aqui

19 de janeiro de 2017

Ler em suporte digital - uma outra experiência de leitura

(imagens captadas na biblioteca da ESAF)
Para além da leitura em suporte papel, do acesso à informação em suporte digital, por via dos computadores da área de informática e multimédia, também já se lê em modo de e-reader, por via dos tablets que a biblioteca da ESAF disponibiliza a quem esteja orientado e motivado para, em contexto de sala de aula ou no espaço da biblioteca, exercitar processos de leitura digital. Tal já ocorre por cá, numa experiência que augura ser profícua, dado o envolvimento e empenhamento dos alunos que já tiveram a oportunidade, sob supervisão de uma professora de Português (que com a biblioteca articula), de experienciar a leitura de textos (em e-book) do cânone da educação literária para o 3.º ciclo. 
Se é certo que, paulatinamente, se implementará por cá a leitura autónoma em suporte digital, no caso - tablets com a função e-reader; certo é também que a aproximação a essa realidade em contexto de escola ganha quando, de forma sistematizada, se quadra em iniciativas (pensadas) de leitura orientada.
Das virtualidades imediatas do digital, nomeadamente em processo de leitura de e-books, destaca-se a possibilidade do aluno, no mesmo ato, poder interagir de um modo hipertextual com o documento em mãos, aceder, no momento, à significação deste ou daquele vocábulo, ou mesmo à tradução de uma outra palavra que, numa outra língua, se plasma no texto que está a ser lido. Mas há mais! 
Outras e inovadoras propostas de interação e envolvimento na leitura se podem criar, como aquela a que já tivemos oportunidade de assistir ao vivo, em simultâneo com o processo de leitura, se recorrer a exercícios de compreensão leitora, lançando mão a outros aplicativos que as novas tecnologias nos propiciam, como foi o caso do Kahoot (mas outras existem igualmente potenciadoras de uma experiência de compreensão leitora atrativa e envolvente). 
Quererá isto dizer que face à realidade, cada vez mais comum, de encontrarmos na mão de um aluno um dispositivo eletrónico de leitura, de acesso à Web ou de comunicação, como os já tão disseminados smartphones, afastará aqueloutros que gostam de ler de forma mais distendida, noutro suporte, como é o caso do incontornável papel? Pensamos que não. Diferentes suportes e formatos podem e devem coabitar, coabitam sem se excluírem, antes complementando-se. Sem maniqueísmos nem enaltecimentos precipitados, importa contudo frisar que a escola, a sala de aula, as bibliotecas, podem e devem, no quadro da sociedade em que se inserem, abrir-se, sem rodeios, à inovação, não apenas por via dos dispositivos emergentes (isso seria imensamente redutor), mas também, e de forma incontornável, pelas pessoas, pelos métodos, pelas abordagens, na conceção de novas e criativas formas de olhar para a educação e de, em última análise, potenciar as literacias. 

Realização das provas da 1.ª fase do Concurso Nacional de Leitura 2017 na ESAF

Foi assim, esta quarta-feira, dia 17/01/017, em várias salas (dos pisos 1 e 3 do bloco de aulas sul), mas também na sala de leitura da biblioteca da Escola Secundária Alcaides de Faria, que alunos do 7.º ao 12.º ano participaram nas provas de seleção da 1.ª fase do Concurso Nacional de Leitura 2017. 
Parabéns a todos os alunos participantes e agradecimentos àqueles professores e outros agentes educativos que, de forma relevante, contribuíram para a concretização de mais uma edição deste concurso nacional em prol do fomento da leitura, da escrita e do gosto pelos livros. 
Muito em breve serão dados a conhecer os nomes dos alunos selecionados para a fase seguinte do CNL, elementos que representarão a Escola Sec. Alcaides de Faria, em abril, na 2.ª fase (distrital) deste importante concurso.

7 de janeiro de 2017

Momentos...

Do álbum: Memórias da Biblioteca da ESAF (com a cumplicidade da drive da Google que, de quando em vez, nos lembra um momento a recordar), revisitamos a passagem desse magnífico escritor - Gonçalo M. Tavares - que, em Dezembro de 2010, tivemos a honra de receber e com ele apresentarmos essa extraordinária obra que é "Uma Viagem à Índia".
Um momento inolvidável para todos os que tiveram presentes naquele encontro! Indelevelmente inscrito nas boas memórias.
E que alunos fantásticos aqueles, que, sob a orientação de alguns professores da equipa da biblioteca, receberam tão bem o escritor.
Para quando novamente Gonçalo M. Tavares por cá?
Bem gostaríamos!

6 de janeiro de 2017

Mais um recurso de apoio ao estudo autónomo

Queres rever matéria? 
Esclarecer dúvidas. 
Aprofundar conhecimentos.
Realizar testes e fichas de aplicação.
...de forma autónoma e em função da tua disponibilidade na escola?
A biblioteca (por via do pack biblioteca - escola virtual) disponibiliza acesso, nos seus computadores, ao serviço Escola Virtual. 
Não deixes de aproveitar este recurso, mais um a par daqueles que já disponibilizamos, que também visa contribuir para a melhoria dos teus resultados escolares. Tira o melhor partido do serviço.
Para tal, enquanto aluno/utilizador da biblioteca escolar, podes solicitar no balcão de atendimento (para períodos até 90 min.) os dados para login. Bons estudos!

22 de dezembro de 2016

Bom Natal, Bom Ano novo... boas leituras

A equipa da Biblioteca Escolar da ES Alcaides de Faria (A.E. Alcaides de Faria), deseja-lhe um Bom Natal e um novo ano pleno de ventura... com muitas e boas leituras.

20 de dezembro de 2016

Biblioteca viva – quantos? quem? o que fazem?

Ao longo do dia passam, pela biblioteca da ES Alcaides de Faria, centenas de alunos, atingindo picos elevados em tempo de intervalos. Nas diferentes áreas funcionais do espaço BESAF os alunos marcam presença quotidiana, desde o princípio da manhã ao fim da tarde, quer seja em busca de informação, pesquisa na internet, realização de trabalhos escolares, requisição e devolução de livros, entre outras atividades ligadas à prática escolar, quer em momentos de saudável convívio. A biblioteca é um espaço cheio de vida. Precisamente para sentir o pulsar desse frenesi, numa biblioteca como a nossa (que serve, no mesmo estabelecimento, uma população estudantil que ronda os 1800 alunos; também professores e outros agentes educativos) realizamos regularmente contagens logo à entrada, fazendo o registo (em formulário Google e sob a supervisão de elementos da equipa) do número efetivo de entradas no espaço. Na última quinta-feira, 15/12, foi altura de realizarmos mais uma contagem das entradas para registo de evidências, e eis os números – mais de meio milhar - 554 entradas. Um número que se compagina, não obstante a ebulição própria de finais de período, com aqueles que, ao longo do ano, vamos constatando. Assim, sabemos com mais acuidade quantos são aqueles que diariamente fazem da biblioteca um espaço dinâmico, que género, de que anos de escolaridade e ao que vêm. Desta feita, a pesquisa na internet, a realização de trabalhos escolares, a consulta do correio eletrónico, o convívio entre pares num local agradável como é a BESAF, a leitura, a requisição e devolução de livros, levaram a palma.

Não apenas, claro, mas também é com dados desta natureza que apetece debater a importância e o papel destas estruturas no interior das escolas. O que seriam as escolas sem bibliotecas? Mais pobres, muito mais pobres!
Portugal, com as suas mais de duas mil bibliotecas escolares é um exemplo no contexto mundial, já referenciado noutros países, a começar pela vizinha Espanha.

8 de dezembro de 2016

Urgentemente - evocar os Direitos Humanos

É urgente o amor
É urgente um barco no mar

É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos, muitas espadas.
(…) _ Eugénio de Andrade
Ontem, no âmbito da "Semana dos Direitos", organizada pela Biblioteca da E S Alcaides de Faria - Barcelos, no quadro das iniciativas concelhias sobre o tema, assinalamos a importância dos direitos e dos deveres de cidadania e do papel da Declaração Universal dos Direitos Humanos na construção de um mundo mais cívico e que tenda para a consecução da dignidade humana.
A sessão de sensibilização iniciou-se no espaço da biblioteca escolar, de onde partiram muitos alunos, com balões multicoloridos e com eles as inscrições de cada um dos artigos da D.U.D.H., e desenvolveu-se em espaço aberto, dentro do perímetro da escola. Ali, num dos nossos espaços verdes, falamos do que está em causa quando a causa são os direitos humanos, de como importa conhecer cada um dos direitos que nos assistem como cidadãos e de como, no mesmo repto, importa saber dos nossos deveres perante os outros, a sociedade.
Sob o signo – educar para a cidadania defendendo causas – a evocação dos direitos humanos foi também um momento para lembrar que, no próximo sábado, 10/12, se assinalam 68 anos da aprovação, pelas Nações Unidas, da D.U.D.H. ; lembrar que o que está inscrito naquela declaração é de suma importância para a o destino da Humanidade. Defender ou ignorar os direitos de todos e de cada um - eis a linha de demarcação entre uma sociedade que pugna pela dignidade humana ou aquela que tende para a barbárie.
A aposta na literacia cívica, como noutras tão essenciais aos pilares da cidadania democrática, é um desafio da escola, ao qual a biblioteca da ESAF não deixa de responder, mobilizando alunos para iniciativas como aquela que ontem levamos a cabo.
Assim aconteceu pelas vozes melodiosas das alunas Beatriz Rainha (que interpretou - What a Wonderful World (de Louis Armstrong) e Alexandra Dias que musicou (ao piano) e cantou o belíssimo poema de Eugénio de Andrade – Urgentemente; magnificamente acompanhadas pelos alunos António Ressureição e Pedro Dias (guitarras). 
Mas também a poesia dita (e bem dita), para além dos balões que subiram ao céu, teve o seu momento, com a leitura (pelo aluno Pedro Dias) do poema Carta a meus filhos sobre os fuzilamentos de Goya (de Jorge de Sena).
[Uma nota de agradecimento, desde logo para estes alunos que se prepararam a preceito para a iniciativa, aos demais que nela marcaram cívica presença, aos professores e assistentes operacionais que connosco colaboraram, ao Clube de Música do Agrupamento e, já agora, a todos quantos acreditam que a escola partindo dela (a sala de aula) vai sempre além da sala de aula... se queremos formar cidadãos para o mundo.]

6 de dezembro de 2016

Educar para a cidadania defendendo causas


Cartaz evocativo da Declaração Universal dos Direitos Humanos

Na semana que decorre vamos falar um pouco mais de direitos humanos (e dos seus correlatos deveres). A aproximação de uma data que merece de todo a nossa atenção (10 de dezembro), que assinala os 68 anos da aprovação da Declaração Universal dos Direitos Humanos pela O.N.U. (10/12/1948), suscita, desde logo, uma acuidade sensibilizadora que não devemos deixar passar ao lado, tanto mais quando se olha para o mundo em que vivemos e constatamos quanto há fazer em prol da defesa de direitos inalienáveis do Ser Humano.
De forma complementar à palavra, todos sabemos como uma foto ou uma ilustração pode transmitir uma mensagem, uma chamada de atenção. Assim acontece com o original cartaz alusivo à problemática dos Direitos Humanos que a biblioteca da ESAF disponibiliza nos seus escaparates.
Obra de uma aluna do 10.º ano de Artes na ESAF, Madalena Mota, que toma como referência a temática dos direitos, sem deixar de dar largas à imagética gráfica, eis o cartaz que assinala os 68 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos que, com gosto, aqui disponibilizamos.