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19 de janeiro de 2017

Ler em suporte digital - uma outra experiência de leitura

(imagens captadas na biblioteca da ESAF)
Para além da leitura em suporte papel, do acesso à informação em suporte digital, por via dos computadores da área de informática e multimédia, também já se lê em modo de e-reader, por via dos tablets que a biblioteca da ESAF disponibiliza a quem esteja orientado e motivado para, em contexto de sala de aula ou no espaço da biblioteca, exercitar processos de leitura digital. Tal já ocorre por cá, numa experiência que augura ser profícua, dado o envolvimento e empenhamento dos alunos que já tiveram a oportunidade, sob supervisão de uma professora de Português (que com a biblioteca articula), de experienciar a leitura de textos (em e-book) do cânone da educação literária para o 3.º ciclo. 
Se é certo que, paulatinamente, se implementará por cá a leitura autónoma em suporte digital, no caso - tablets com a função e-reader; certo é também que a aproximação a essa realidade em contexto de escola ganha quando, de forma sistematizada, se quadra em iniciativas (pensadas) de leitura orientada.
Das virtualidades imediatas do digital, nomeadamente em processo de leitura de e-books, destaca-se a possibilidade do aluno, no mesmo ato, poder interagir de um modo hipertextual com o documento em mãos, aceder, no momento, à significação deste ou daquele vocábulo, ou mesmo à tradução de uma outra palavra que, numa outra língua, se plasma no texto que está a ser lido. Mas há mais! 
Outras e inovadoras propostas de interação e envolvimento na leitura se podem criar, como aquela a que já tivemos oportunidade de assistir ao vivo, em simultâneo com o processo de leitura, se recorrer a exercícios de compreensão leitora, lançando mão a outros aplicativos que as novas tecnologias nos propiciam, como foi o caso do Kahoot (mas outras existem igualmente potenciadoras de uma experiência de compreensão leitora atrativa e envolvente). 
Quererá isto dizer que face à realidade, cada vez mais comum, de encontrarmos na mão de um aluno um dispositivo eletrónico de leitura, de acesso à Web ou de comunicação, como os já tão disseminados smartphones, afastará aqueloutros que gostam de ler de forma mais distendida, noutro suporte, como é o caso do incontornável papel? Pensamos que não. Diferentes suportes e formatos podem e devem coabitar, coabitam sem se excluírem, antes complementando-se. Sem maniqueísmos nem enaltecimentos precipitados, importa contudo frisar que a escola, a sala de aula, as bibliotecas, podem e devem, no quadro da sociedade em que se inserem, abrir-se, sem rodeios, à inovação, não apenas por via dos dispositivos emergentes (isso seria imensamente redutor), mas também, e de forma incontornável, pelas pessoas, pelos métodos, pelas abordagens, na conceção de novas e criativas formas de olhar para a educação e de, em última análise, potenciar as literacias. 

Realização das provas da 1.ª fase do Concurso Nacional de Leitura 2017 na ESAF

Foi assim, esta quarta-feira, dia 17/01/017, em várias salas (dos pisos 1 e 3 do bloco de aulas sul), mas também na sala de leitura da biblioteca da Escola Secundária Alcaides de Faria, que alunos do 7.º ao 12.º ano participaram nas provas de seleção da 1.ª fase do Concurso Nacional de Leitura 2017. 
Parabéns a todos os alunos participantes e agradecimentos àqueles professores e outros agentes educativos que, de forma relevante, contribuíram para a concretização de mais uma edição deste concurso nacional em prol do fomento da leitura, da escrita e do gosto pelos livros. 
Muito em breve serão dados a conhecer os nomes dos alunos selecionados para a fase seguinte do CNL, elementos que representarão a Escola Sec. Alcaides de Faria, em abril, na 2.ª fase (distrital) deste importante concurso.

7 de janeiro de 2017

Momentos...

Do álbum: Memórias da Biblioteca da ESAF (com a cumplicidade da drive da Google que, de quando em vez, nos lembra um momento a recordar), revisitamos a passagem desse magnífico escritor - Gonçalo M. Tavares - que, em Dezembro de 2010, tivemos a honra de receber e com ele apresentarmos essa extraordinária obra que é "Uma Viagem à Índia".
Um momento inolvidável para todos os que tiveram presentes naquele encontro! Indelevelmente inscrito nas boas memórias.
E que alunos fantásticos aqueles, que, sob a orientação de alguns professores da equipa da biblioteca, receberam tão bem o escritor.
Para quando novamente Gonçalo M. Tavares por cá?
Bem gostaríamos!

6 de janeiro de 2017

Mais um recurso de apoio ao estudo autónomo

Queres rever matéria? 
Esclarecer dúvidas. 
Aprofundar conhecimentos.
Realizar testes e fichas de aplicação.
...de forma autónoma e em função da tua disponibilidade na escola?
A biblioteca (por via do pack biblioteca - escola virtual) disponibiliza acesso, nos seus computadores, ao serviço Escola Virtual. 
Não deixes de aproveitar este recurso, mais um a par daqueles que já disponibilizamos, que também visa contribuir para a melhoria dos teus resultados escolares. Tira o melhor partido do serviço.
Para tal, enquanto aluno/utilizador da biblioteca escolar, podes solicitar no balcão de atendimento (para períodos até 90 min.) os dados para login. Bons estudos!

22 de dezembro de 2016

Bom Natal, Bom Ano novo... boas leituras

A equipa da Biblioteca Escolar da ES Alcaides de Faria (A.E. Alcaides de Faria), deseja-lhe um Bom Natal e um novo ano pleno de ventura... com muitas e boas leituras.

20 de dezembro de 2016

Biblioteca viva – quantos? quem? o que fazem?

Ao longo do dia passam, pela biblioteca da ES Alcaides de Faria, centenas de alunos, atingindo picos elevados em tempo de intervalos. Nas diferentes áreas funcionais do espaço BESAF os alunos marcam presença quotidiana, desde o princípio da manhã ao fim da tarde, quer seja em busca de informação, pesquisa na internet, realização de trabalhos escolares, requisição e devolução de livros, entre outras atividades ligadas à prática escolar, quer em momentos de saudável convívio. A biblioteca é um espaço cheio de vida. Precisamente para sentir o pulsar desse frenesi, numa biblioteca como a nossa (que serve, no mesmo estabelecimento, uma população estudantil que ronda os 1800 alunos; também professores e outros agentes educativos) realizamos regularmente contagens logo à entrada, fazendo o registo (em formulário Google e sob a supervisão de elementos da equipa) do número efetivo de entradas no espaço. Na última quinta-feira, 15/12, foi altura de realizarmos mais uma contagem das entradas para registo de evidências, e eis os números – mais de meio milhar - 554 entradas. Um número que se compagina, não obstante a ebulição própria de finais de período, com aqueles que, ao longo do ano, vamos constatando. Assim, sabemos com mais acuidade quantos são aqueles que diariamente fazem da biblioteca um espaço dinâmico, que género, de que anos de escolaridade e ao que vêm. Desta feita, a pesquisa na internet, a realização de trabalhos escolares, a consulta do correio eletrónico, o convívio entre pares num local agradável como é a BESAF, a leitura, a requisição e devolução de livros, levaram a palma.

Não apenas, claro, mas também é com dados desta natureza que apetece debater a importância e o papel destas estruturas no interior das escolas. O que seriam as escolas sem bibliotecas? Mais pobres, muito mais pobres!
Portugal, com as suas mais de duas mil bibliotecas escolares é um exemplo no contexto mundial, já referenciado noutros países, a começar pela vizinha Espanha.

8 de dezembro de 2016

Urgentemente - evocar os Direitos Humanos

É urgente o amor
É urgente um barco no mar

É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos, muitas espadas.
(…) _ Eugénio de Andrade
Ontem, no âmbito da "Semana dos Direitos", organizada pela Biblioteca da E S Alcaides de Faria - Barcelos, no quadro das iniciativas concelhias sobre o tema, assinalamos a importância dos direitos e dos deveres de cidadania e do papel da Declaração Universal dos Direitos Humanos na construção de um mundo mais cívico e que tenda para a consecução da dignidade humana.
A sessão de sensibilização iniciou-se no espaço da biblioteca escolar, de onde partiram muitos alunos, com balões multicoloridos e com eles as inscrições de cada um dos artigos da D.U.D.H., e desenvolveu-se em espaço aberto, dentro do perímetro da escola. Ali, num dos nossos espaços verdes, falamos do que está em causa quando a causa são os direitos humanos, de como importa conhecer cada um dos direitos que nos assistem como cidadãos e de como, no mesmo repto, importa saber dos nossos deveres perante os outros, a sociedade.
Sob o signo – educar para a cidadania defendendo causas – a evocação dos direitos humanos foi também um momento para lembrar que, no próximo sábado, 10/12, se assinalam 68 anos da aprovação, pelas Nações Unidas, da D.U.D.H. ; lembrar que o que está inscrito naquela declaração é de suma importância para a o destino da Humanidade. Defender ou ignorar os direitos de todos e de cada um - eis a linha de demarcação entre uma sociedade que pugna pela dignidade humana ou aquela que tende para a barbárie.
A aposta na literacia cívica, como noutras tão essenciais aos pilares da cidadania democrática, é um desafio da escola, ao qual a biblioteca da ESAF não deixa de responder, mobilizando alunos para iniciativas como aquela que ontem levamos a cabo.
Assim aconteceu pelas vozes melodiosas das alunas Beatriz Rainha (que interpretou - What a Wonderful World (de Louis Armstrong) e Alexandra Dias que musicou (ao piano) e cantou o belíssimo poema de Eugénio de Andrade – Urgentemente; magnificamente acompanhadas pelos alunos António Ressureição e Pedro Dias (guitarras). 
Mas também a poesia dita (e bem dita), para além dos balões que subiram ao céu, teve o seu momento, com a leitura (pelo aluno Pedro Dias) do poema Carta a meus filhos sobre os fuzilamentos de Goya (de Jorge de Sena).
[Uma nota de agradecimento, desde logo para estes alunos que se prepararam a preceito para a iniciativa, aos demais que nela marcaram cívica presença, aos professores e assistentes operacionais que connosco colaboraram, ao Clube de Música do Agrupamento e, já agora, a todos quantos acreditam que a escola partindo dela (a sala de aula) vai sempre além da sala de aula... se queremos formar cidadãos para o mundo.]

6 de dezembro de 2016

Educar para a cidadania defendendo causas


Cartaz evocativo da Declaração Universal dos Direitos Humanos

Na semana que decorre vamos falar um pouco mais de direitos humanos (e dos seus correlatos deveres). A aproximação de uma data que merece de todo a nossa atenção (10 de dezembro), que assinala os 68 anos da aprovação da Declaração Universal dos Direitos Humanos pela O.N.U. (10/12/1948), suscita, desde logo, uma acuidade sensibilizadora que não devemos deixar passar ao lado, tanto mais quando se olha para o mundo em que vivemos e constatamos quanto há fazer em prol da defesa de direitos inalienáveis do Ser Humano.
De forma complementar à palavra, todos sabemos como uma foto ou uma ilustração pode transmitir uma mensagem, uma chamada de atenção. Assim acontece com o original cartaz alusivo à problemática dos Direitos Humanos que a biblioteca da ESAF disponibiliza nos seus escaparates.
Obra de uma aluna do 10.º ano de Artes na ESAF, Madalena Mota, que toma como referência a temática dos direitos, sem deixar de dar largas à imagética gráfica, eis o cartaz que assinala os 68 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos que, com gosto, aqui disponibilizamos.

3 de dezembro de 2016

Direitos humanos... literacia para uma cidadania plena

Na próxima semana, aqui na biblioteca da E.S. Alcaides de Faria, será tempo para evocar e celebrar a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que no dia 10 de dezembro cumpre mais um aniversário - 68 anos após a sua aprovação pela Assembleia Geral das Nações Unidas (10/12/1948). Mas, nessa evocação, será tempo para lembrar também que os direitos humanos só serão efetivos, e não apenas miragens, quando todos os Estados os respeitarem e criarem condições para que sejam respeitados pelas diferentes instituições.
Para além de iniciativas que aqui faremos eco, convidamos-te desde já, a ti que és aluno e/ou membro da comunidade escolar da ESAF, a descobrires, num dos expositores da biblioteca, cada uma das 30 janelas do painel sobre Direitos - 30 janelas, 30 vias de acesso aos 30 artigos da declaração. E, simultaneamente, a refletir sobre quanto ainda há a fazer pelos direitos humanos, num planeta onde os homens continuam, em tantos locais, a digladiarem-se, onde o semelhante nem sempre tem o respeito que merece, onde conflitos e guerras pontificam e persistem cruelmente, e valores que deveriam ser claros ao entendimento humano são vilipendiados a todo o momento.
Vem, vem pois abrir cada uma daquelas janelas e parar para refletir, vem certificar-te que por detrás de cada direito há deveres, vem perceber porque a cidadania (na sua plenitude: direitos e deveres implicados) é um bem pelo qual devemos lutar...

2 de dezembro de 2016

Ver cinema, ler cinema - formas de educar o olhar e a sensibilidade...

O PNC (Plano Nacional de Cinema) do Agrupamento de Escolas Alcaides de Faria apresentou hoje, na escola sede (E.S. Alcaides de Faria), mais uma sessão fílmica, enquadrada nas finalidades do plano, com o visionamento do documentário Outro País (de Sérgio Tréfaut). Desta feita, os alunos de uma das turmas incluídas no plano de literacia fílmica em curso, tiveram assim a oportunidade de viajar no tempo e descobrir um "outro país", afinal o seu, num tempo que não é o deles (meados dos anos 70 do século passado - 1974/75), mas no entanto marcante para a história recente de Portugal. 
Por via deste filme-documentário, que recolhe fotografias e sequências selecionadas em arquivos estrangeiros, a par de depoimentos de grandes fotógrafos, sobre o que foi o período pós-25 de Abril de 1974, os alunos não só constataram como as imagens e o modo como são dadas a ver convocam factos e memórias, como também tiveram a oportunidade de experienciar a importância do cinema documental e de como este tipo de registo contribui para a formação do espetador. Ver cinema, ler cinema - formas de educar o olhar e a sensibilidade. 

Ler para descodificar...

Sugestões de leitura - um outro olhar sobre os livros
Se no mês passado coubera a Crónicas de Nárnia - o leão, a feiticeira e o guarda-roupa, de C. S. Lewis e a Trash, de Andy Mulligan, o lugar de destaque nas sugestões de leitura imaginativas propostas por alunos do 8.ºB, desta vez, são os livros: A Ilha de Tesouro (de Robert Louis Stevenson) e Doze Naus (de Manuel Alegre) aqueles que ocupam esse lugar, agora sob o olhar e a imaginação ilustrativa de outros alunos da mesma turma (sob supervisão da prof.ª de Português - Cristina Gomes). Viagens aventurosas, são agora o fio condutor, mesmo que na perspetiva de autores distantes no tempo e de diferentes literaturas e géneros, para que cada leitor/aluno, que pela biblioteca passa, atraída a sua atenção, possa descobrir, seja por via de um excerto, um breve comentário, um pormenor da ilustração... com que linhas se tecem as estórias e as viagens dos intervenientes nestas duas obras. 
Para ti, se porventura ainda não leste, aqui fica a sugestão para que embarques, via prosa ou poesia, a caminho da descoberta e desfrutes da viagem.
Boas leituras!

25 de novembro de 2016

Top 7 de cientistas no encerramento da C&T 2016 na ESAF

A Semana da Ciência e da Tecnologia na ESAF culminou hoje (25/11) num ambiente de grande animação e descontração, marcado por momentos de esfuziante alegria, não só pela parte da vibrante assistência (o espaço da biblioteca estava completamente cheio de alunos de diferentes anos e ciclos), mas também da parte dos intervenientes no espetáculo de encerramento da C&T 2016.
Sob supervisão da professora de Física e Química, Madalena Pinto (representante, no Agrupamento, do projeto A Minha Escola de Ciências, coordenado pela Escola de Ciências da Univ. do Minho), vários alunos do 8.º E, 11.º A e 11.º J dinamizaram, de forma brilhante, um verdadeiro espetáculo musical, com toques de burlesco e muito, muito humor à mistura. Pela sala de leitura da biblioteca escolar da ESAF, qual cerimónia de "óscares de ciência", desfilaram grandes nomes da História da Ciência... de Galileu a Einstein, passando por Newton, Lavoisier, entre outros cientistas de renome, todos eles apresentados por um quarteto de apresentadores que fariam inveja a muitos dos que desfilam em certos palcos :)
Nem mesmo o recente prémio Nobel da Literatura, Bob Dylan, escapou à impecável representação dos nossos alunos. Também a música, proficientemente executada por alunos da turma do 11.ºA, abrilhantou o momento.
Esta foi uma semana onde a ciência esteve sempre na ordem do dia e fez-se notar nas diferentes iniciativas, que foram ocorrendo ao longo dos últimos dias, sempre sob o signo da sensibilização para o conhecimento científico e a prática tecnológica.
Estão de parabéns todos os envolvidos - alunos, professores, assistentes e pessoal da biblioteca escolar, as áreas disciplinares de Física e Química e Biologia/Geologia, outros agentes educativos e parceiros externos - que, com envolvimento, contribuíram para a divulgação da ciência e, desse modo, para a promoção da literacia científica que, como vimos, também pode ir para além das salas de aula e dos laboratórios.

Dia Nacional da Cultura Científica com poesia de António Gedeão

Assinalamos o Dia Nacional da Cultura Científica (24/11), lendo poesia, com acompanhamento musical de violino. Poesia de António Gedeão, o nome artístico de Rómulo de Carvalho, todos os anos homenageado neste dia dedicado à cultura científica e também a ele, que foi um grande divulgador de ciência, pedagogo, escritor, professor, poeta. Para além dos incontornáveis e belos poemas: "Poema para Galileo" e "Lágrima de Preta", sempre recorrentes neste dia da ciência, foi tempo também para a leitura de outros poemas, por um grupo de alunas e de uma professora (que estiveram tão bem e com elevado nível de proficiência de expressividade leitora). 

Há muito que não ouvíamos dizer o poema "Calçada de Carriche", e hoje também foi o momento... e que momento!

23 de novembro de 2016

C & T 2016 na BESAF - amanhã é dia de dizer poesia de António Gedeão

[fonte da imagem: http://purl.pt/12157/1/]
Desafio: dizer António Gedeão no Dia da Ciência e da Tecnologia 2016

Decorre a Semana da Ciência & Tecnologia 2016 na ESAF (uma iniciativa conjunta das áreas disciplinares de Biologia/Geologia / Física e Química / Biblioteca Escolar da ESAF) e com ela atividades de sensibilização à cultura científica e tecnológica. 
Amanhã, dia 24 de novembro, assinala-se o Dia Nacional da Cultura Científica (instituído em 1996 pelo antigo Ministro da Ciência e Tecnologia, Mariano Gago) em homenagem ao pedagogo, historiador de ciência, divulgador científico, autor de manuais, professor Rómulo de Carvalho (24/11/1906 - 19/02/1997). Rómulo de Carvalho, para além da sua brilhante dimensão científica foi também um magnífico poeta, conhecido por António Gedeão. Quem já não leu um poema seu?
Evocando o divulgador de ciência, mas também o grande poeta que foi António Gedeão, a biblioteca da ESAF propõe, para amanhã (5.ª feira, dia 24/11) um desafio àqueles que, da comunidade escolar (professores, alunos, assistentes...), queiram passar pela sala de leitura da BESAF para lerem um poema aos presentes.
No local teremos vários poemas de A. Gedeão que podem ser selecionados e lidos na hora.
Relembramos que, pelas 10h, será feita a leitura dos poemas: "Poema para Galileo" e "Lágrima de Preta", por alunas da escola e sob acompanhamento musical ao vivo.
Apareçam!

[Para saber mais sobre Rómulo de Carvalho / António Gedeão - http://purl.pt/12157/1/ ]