A equipa da Biblioteca Escolar da ES Alcaides de Faria (A.E. Alcaides de Faria), deseja-lhe um Bom Natal e um novo ano pleno de ventura... com muitas e boas leituras.
22 de dezembro de 2016
20 de dezembro de 2016
Biblioteca viva – quantos? quem? o que fazem?
Ao longo do dia passam, pela biblioteca da ES Alcaides de Faria, centenas de alunos,
atingindo picos elevados em tempo de intervalos. Nas diferentes áreas
funcionais do espaço BESAF os alunos marcam presença quotidiana, desde o princípio da manhã
ao fim da tarde, quer seja em busca de informação, pesquisa na internet,
realização de trabalhos escolares, requisição e devolução de livros, entre
outras atividades ligadas à prática escolar, quer em momentos de saudável
convívio. A biblioteca é um espaço cheio de vida. Precisamente para sentir o
pulsar desse frenesi, numa biblioteca como a nossa (que serve, no mesmo
estabelecimento, uma população estudantil que ronda os 1800 alunos; também
professores e outros agentes educativos) realizamos regularmente contagens logo
à entrada, fazendo o registo (em formulário Google e sob a supervisão de
elementos da equipa) do número efetivo de entradas no espaço. Na última
quinta-feira, 15/12, foi altura de realizarmos mais uma contagem das entradas
para registo de evidências, e eis os números – mais de meio milhar
- 554 entradas. Um número que se compagina, não obstante a ebulição própria de
finais de período, com aqueles que, ao longo do ano, vamos constatando. Assim, sabemos com mais acuidade quantos são aqueles que diariamente fazem da
biblioteca um espaço dinâmico, que género, de que anos de escolaridade e ao que
vêm. Desta feita, a pesquisa na internet, a realização de trabalhos escolares,
a consulta do correio eletrónico, o convívio entre pares num local agradável
como é a BESAF, a leitura, a requisição e devolução de livros, levaram a palma.
Não apenas, claro, mas também é com dados desta natureza que apetece debater
a importância e o papel destas estruturas no interior das escolas. O que seriam
as escolas sem bibliotecas? Mais pobres, muito mais pobres!
Portugal, com as
suas mais de duas mil bibliotecas escolares é um exemplo no contexto mundial,
já referenciado noutros países, a começar pela vizinha Espanha.
8 de dezembro de 2016
Urgentemente - evocar os Direitos Humanos
É urgente o amor
É urgente um barco no mar
É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos, muitas espadas.
(…) _ Eugénio de Andrade
Ontem, no âmbito da "Semana dos Direitos", organizada pela
Biblioteca da E S Alcaides de Faria - Barcelos, no quadro das iniciativas
concelhias sobre o tema, assinalamos a importância dos direitos e dos deveres
de cidadania e do papel da Declaração Universal dos Direitos Humanos na
construção de um mundo mais cívico e que tenda para a consecução da dignidade
humana.
A sessão de sensibilização iniciou-se no espaço da biblioteca escolar,
de onde partiram muitos alunos, com balões multicoloridos e com eles as
inscrições de cada um dos artigos da D.U.D.H., e desenvolveu-se em espaço
aberto, dentro do perímetro da escola. Ali, num dos nossos espaços verdes,
falamos do que está em causa quando a causa são os direitos humanos, de como
importa conhecer cada um dos direitos que nos assistem como cidadãos e de como,
no mesmo repto, importa saber dos nossos deveres perante os outros, a
sociedade.
Sob o signo – educar para a cidadania defendendo causas – a evocação
dos direitos humanos foi também um momento para lembrar que, no próximo sábado,
10/12, se assinalam 68 anos da aprovação, pelas Nações Unidas, da D.U.D.H. ;
lembrar que o que está inscrito naquela declaração é de suma importância para a
o destino da Humanidade. Defender ou ignorar os direitos de todos e de cada um
- eis a linha de demarcação entre uma sociedade que pugna pela dignidade humana
ou aquela que tende para a barbárie.
A aposta na literacia cívica, como noutras tão essenciais aos pilares
da cidadania democrática, é um desafio da escola, ao qual a biblioteca da ESAF
não deixa de responder, mobilizando alunos para iniciativas como aquela que
ontem levamos a cabo.
Assim aconteceu pelas vozes melodiosas das alunas Beatriz Rainha (que
interpretou - What a Wonderful World (de Louis Armstrong) e Alexandra Dias que
musicou (ao piano) e cantou o belíssimo poema de Eugénio de Andrade –
Urgentemente; magnificamente acompanhadas pelos alunos António Ressureição e
Pedro Dias (guitarras).
Mas também a poesia dita (e bem dita), para além dos balões que subiram ao céu, teve o seu momento, com a leitura (pelo aluno Pedro Dias) do poema Carta a meus filhos sobre os fuzilamentos de Goya (de Jorge de Sena).
Mas também a poesia dita (e bem dita), para além dos balões que subiram ao céu, teve o seu momento, com a leitura (pelo aluno Pedro Dias) do poema Carta a meus filhos sobre os fuzilamentos de Goya (de Jorge de Sena).
[Uma nota de agradecimento, desde logo para estes alunos que se
prepararam a preceito para a iniciativa, aos demais que nela marcaram cívica
presença, aos professores e assistentes operacionais que connosco colaboraram,
ao Clube de Música do Agrupamento e, já agora, a todos quantos acreditam que a
escola partindo dela (a sala de aula) vai sempre além da sala de aula... se
queremos formar cidadãos para o mundo.]
6 de dezembro de 2016
Cartaz evocativo da Declaração Universal dos Direitos Humanos
Na semana que decorre vamos falar um pouco mais de direitos humanos (e
dos seus correlatos deveres). A aproximação de uma data que merece de todo a
nossa atenção (10 de dezembro), que assinala os 68 anos da aprovação da
Declaração Universal dos Direitos Humanos pela O.N.U. (10/12/1948), suscita,
desde logo, uma acuidade sensibilizadora que não devemos deixar passar ao lado,
tanto mais quando se olha para o mundo em que vivemos e constatamos quanto há
fazer em prol da defesa de direitos inalienáveis do Ser Humano.
De forma complementar à palavra, todos sabemos como uma foto ou uma
ilustração pode transmitir uma mensagem, uma chamada de atenção. Assim acontece
com o original cartaz alusivo à problemática dos Direitos Humanos que a
biblioteca da ESAF disponibiliza nos seus escaparates.
Obra de uma aluna do 10.º ano de Artes na ESAF, Madalena Mota, que
toma como referência a temática dos direitos, sem deixar de dar largas à
imagética gráfica, eis o cartaz que assinala os 68 anos da Declaração Universal
dos Direitos Humanos que, com gosto, aqui disponibilizamos.
3 de dezembro de 2016
Direitos humanos... literacia para uma cidadania plena
Na
próxima semana, aqui na biblioteca da E.S. Alcaides de Faria, será tempo para
evocar e celebrar a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que no dia 10 de
dezembro cumpre mais um
aniversário - 68 anos após a sua aprovação pela Assembleia Geral das Nações
Unidas (10/12/1948). Mas, nessa evocação, será tempo para lembrar também que os
direitos humanos só serão efetivos, e não apenas miragens, quando todos os
Estados os respeitarem e criarem condições para que sejam respeitados pelas
diferentes instituições.
Para
além de iniciativas que aqui faremos eco, convidamos-te desde já, a ti que és
aluno e/ou membro da comunidade escolar da ESAF, a descobrires, num dos
expositores da biblioteca, cada uma das 30 janelas do painel sobre Direitos -
30 janelas, 30 vias de acesso aos 30 artigos da declaração. E, simultaneamente,
a refletir sobre quanto ainda há a fazer pelos direitos humanos, num planeta
onde os homens continuam, em tantos locais, a digladiarem-se, onde o semelhante
nem sempre tem o respeito que merece, onde conflitos e guerras pontificam e
persistem cruelmente, e valores que deveriam ser claros ao entendimento humano
são vilipendiados a todo o momento.
Vem, vem pois abrir cada uma daquelas janelas e parar para refletir, vem certificar-te que por detrás de cada direito há deveres, vem perceber porque a cidadania (na sua plenitude: direitos e deveres implicados) é um bem pelo qual devemos lutar...
Vem, vem pois abrir cada uma daquelas janelas e parar para refletir, vem certificar-te que por detrás de cada direito há deveres, vem perceber porque a cidadania (na sua plenitude: direitos e deveres implicados) é um bem pelo qual devemos lutar...
2 de dezembro de 2016
Ver cinema, ler cinema - formas de educar o olhar e a sensibilidade...
O PNC (Plano Nacional de Cinema) do Agrupamento de Escolas Alcaides de Faria apresentou hoje, na escola sede (E.S. Alcaides de Faria), mais uma sessão fílmica, enquadrada nas finalidades do plano, com o visionamento do documentário Outro País (de Sérgio Tréfaut). Desta feita, os alunos de uma das turmas incluídas no plano de literacia fílmica em curso, tiveram assim a oportunidade de viajar no tempo e descobrir um "outro país", afinal o seu, num tempo que não é o deles (meados dos anos 70 do século passado - 1974/75), mas no entanto marcante para a história recente de Portugal.
Por via deste filme-documentário, que recolhe fotografias e sequências selecionadas em arquivos estrangeiros, a par de depoimentos de grandes fotógrafos, sobre o que foi o período pós-25 de Abril de 1974, os alunos não só constataram como as imagens e o modo como são dadas a ver convocam factos e memórias, como também tiveram a oportunidade de experienciar a importância do cinema documental e de como este tipo de registo contribui para a formação do espetador. Ver cinema, ler cinema - formas de educar o olhar e a sensibilidade.
Ler para descodificar...
Sugestões de leitura - um outro olhar sobre os livros
Se no mês passado coubera a Crónicas de Nárnia - o leão, a feiticeira e o guarda-roupa, de C. S. Lewis e a Trash, de Andy Mulligan, o lugar de destaque nas sugestões de leitura imaginativas propostas por alunos do 8.ºB, desta vez, são os livros: A Ilha de Tesouro (de Robert Louis Stevenson) e Doze Naus (de Manuel Alegre) aqueles que ocupam esse lugar, agora sob o olhar e a imaginação ilustrativa de outros alunos da mesma turma (sob supervisão da prof.ª de Português - Cristina Gomes). Viagens aventurosas, são agora o fio condutor, mesmo que na perspetiva de autores distantes no tempo e de diferentes literaturas e géneros, para que cada leitor/aluno, que pela biblioteca passa, atraída a sua atenção, possa descobrir, seja por via de um excerto, um breve comentário, um pormenor da ilustração... com que linhas se tecem as estórias e as viagens dos intervenientes nestas duas obras.
Para ti, se porventura ainda não leste, aqui fica a sugestão para que embarques, via prosa ou poesia, a caminho da descoberta e desfrutes da viagem.
Boas leituras!
25 de novembro de 2016
Top 7 de cientistas no encerramento da C&T 2016 na ESAF
A Semana da Ciência e da Tecnologia na ESAF culminou hoje (25/11) num ambiente de grande
animação e descontração, marcado por momentos de esfuziante alegria, não só
pela parte da vibrante assistência (o espaço da biblioteca estava completamente
cheio de alunos de diferentes anos e ciclos), mas também da parte dos
intervenientes no espetáculo de encerramento da C&T 2016.
Sob supervisão da professora de Física e Química, Madalena Pinto
(representante, no Agrupamento, do projeto A Minha Escola de Ciências,
coordenado pela Escola de Ciências da Univ. do Minho), vários alunos do 8.º E,
11.º A e 11.º J dinamizaram, de forma brilhante, um verdadeiro espetáculo
musical, com toques de burlesco e muito, muito humor à mistura. Pela sala de
leitura da biblioteca escolar da ESAF, qual cerimónia de "óscares de
ciência", desfilaram grandes nomes da História da Ciência... de Galileu a
Einstein, passando por Newton, Lavoisier, entre outros cientistas de renome,
todos eles apresentados por um quarteto de apresentadores que fariam inveja a
muitos dos que desfilam em certos palcos :)
Nem mesmo o recente prémio Nobel da Literatura, Bob Dylan, escapou à
impecável representação dos nossos alunos. Também a música, proficientemente
executada por alunos da turma do 11.ºA, abrilhantou o momento.
Esta foi uma semana onde a ciência esteve sempre na ordem do dia e fez-se
notar nas diferentes iniciativas, que foram ocorrendo ao longo dos últimos dias,
sempre sob o signo da sensibilização para o conhecimento científico e a prática
tecnológica.
Estão de parabéns todos os envolvidos - alunos, professores, assistentes e
pessoal da biblioteca escolar, as áreas disciplinares de Física e Química e
Biologia/Geologia, outros agentes educativos e parceiros externos - que, com envolvimento, contribuíram para a divulgação da ciência e, desse modo, para a promoção
da literacia científica que, como vimos, também pode ir para além das salas de aula e dos laboratórios.
Dia Nacional da Cultura Científica com poesia de António Gedeão
Assinalamos o Dia Nacional da Cultura Científica (24/11), lendo
poesia, com acompanhamento musical de violino. Poesia de António Gedeão, o nome
artístico de Rómulo de Carvalho, todos os anos homenageado neste dia dedicado à
cultura científica e também a ele, que foi um grande divulgador de ciência,
pedagogo, escritor, professor, poeta. Para além dos incontornáveis e belos poemas: "Poema para Galileo" e
"Lágrima de Preta", sempre recorrentes neste dia da ciência, foi
tempo também para a leitura de outros poemas, por um grupo de alunas e de uma
professora (que estiveram tão bem e com elevado nível de proficiência de
expressividade leitora).
Há muito que não ouvíamos dizer o poema "Calçada de Carriche", e hoje
também foi o momento... e que momento!
23 de novembro de 2016
C & T 2016 na BESAF - amanhã é dia de dizer poesia de António Gedeão
[fonte da imagem: http://purl.pt/12157/1/]
Desafio: dizer António
Gedeão no Dia da Ciência e da Tecnologia 2016
Decorre a Semana da Ciência & Tecnologia 2016
na ESAF (uma iniciativa conjunta das áreas disciplinares de Biologia/Geologia /
Física e Química / Biblioteca Escolar da ESAF) e com ela atividades de
sensibilização à cultura científica e tecnológica.
Amanhã, dia 24 de novembro, assinala-se o Dia
Nacional da Cultura Científica (instituído em 1996 pelo antigo Ministro da
Ciência e Tecnologia, Mariano Gago) em homenagem ao pedagogo, historiador de ciência, divulgador científico, autor de
manuais, professor Rómulo de Carvalho (24/11/1906 - 19/02/1997). Rómulo de
Carvalho, para além da sua brilhante dimensão científica foi também um
magnífico poeta, conhecido por António Gedeão. Quem já não leu um poema seu?
Evocando o divulgador de ciência, mas também o
grande poeta que foi António Gedeão, a biblioteca da ESAF propõe, para amanhã
(5.ª feira, dia 24/11) um desafio àqueles que, da comunidade escolar
(professores, alunos, assistentes...), queiram passar pela sala de leitura da
BESAF para lerem um poema aos presentes.
No local teremos vários poemas de A. Gedeão que
podem ser selecionados e lidos na hora.
Relembramos que, pelas 10h, será feita a leitura
dos poemas: "Poema para Galileo"
e "Lágrima de Preta", por
alunas da escola e sob acompanhamento musical ao vivo.
Apareçam!
[Para saber mais sobre Rómulo de Carvalho / António Gedeão - http://purl.pt/12157/1/ ]
C & T 2016 - uma viagem ao mundo dos fósseis...
A ciência tem destas coisas, num ápice pode-nos fazer ver um impulso
electroquímico atravessando, veloz, um emaranhado de neurónios como, no
instante seguinte, recordar-nos os soalheiros dias de verão e sobre a pele,
após um banho de mar e o contacto com a areia, aquelas pequeníssimas e
brilhantes partículas de minério, ora transparentes, ora castanhas, ora salmão
ora rosa... E assim acontece: saber-se disto... sabermos que aquelas pequeníssimas
partículas, que se colam à nossa epiderme, levam a designação de moscovite
(mineral presente no granito). Saber-se disto e de tantos outros conhecimentos
quando, pela frente, quais cientistas, temos um grupo de jovens falando de
rochas, minerais, fósseis e de memórias remotas da história natural da Terra e
da sua evolução através dos milhões e milhões de anos.
Digam lá se a ciência não consegue fascinar?
Assim aconteceu hoje, pela manhã, em mais uma iniciativa de
sensibilização à ciência... navegamos até ao universo das rochas, dos minerais
e dos fósseis. Com quem? Com alunos do 10.ºC, sob supervisão da professora
Ludovina, no âmbito da disciplina de Biologia/Geologia. E só lhes temos a
agradecer por partilharem connosco estes saberes.
Ah! Para quem quiser observar rochas e minerais, assim como uma
interessante coleção de marcadores sobre a matéria, nada como dar um salto à
biblioteca.C & T 2016 na ESAF - mulheres cientistas
Olá! Como estamos de literacia científica?
10h da manhã e a sala de leitura enchendo, enchendo, mezanino também,
por todos os lados alunos, muitos, vários professores também. No centro uma
mesa redonda e por lá um encontro de cientistas, mulheres cientistas: Marie
Curie, Rita Levi-Montalcino e Mathilde Krim (duas delas prémio Nobel),
representadas por três alunas do 9.º E (sob supervisão da prof.ª Orlanda, de Ciências).
O que se seguiu foi uma conversa agradável sobre descobertas em
domínios diversos da investigação científica, da radiologia à neurologia.
Uma nota: os alunos surpreendem-nos. Parece uma verdade "a la Palice", mas convém lembrá-la
de vez em quando.
21 de novembro de 2016
C & T 2016 na BESAF - Exposição: observa, experimenta, aprende...
Um pouco dos laboratórios na sala de leitura da BESAF.
Da Física à Biologia, sem esquecer a Química e a Geologia, entre outras, para observar, experimentar, aprender...
Semana da Ciência e Tecnologia 2016 - Encontro com David Marçal na BESAF
David Marçal, esta manhã, na biblioteca da ES Alcaides de Faria, na abertura da Semana da Ciência e da Tecnologia 2016.
Havíamos dito que não poderia começar melhor. Assim foi, perante mais de uma centena de alunos do Ens. secundário e vários professores que se deslocaram ao espaço da biblioteca para assistirem à palestra, David Marçal contou histórias e episódios dos livros que escreveu em torno do conhecimento e das metodologias científicas. E, como já esperávamos, mostrou que se pode falar de ciência com seriedade, mas sem sisudez, antes com o humor que também a ciência convoca.
Uma sessão entusiasticamente científica.
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