Para os interessados - alunos do Ens. Secundário (Regular e Profissional) da ESAF - comunica-se que o prazo de entrega de trabalhos originais (no máximo 2 fotografias) relativos ao Concurso de fotografia BESAF Photo 2013 foi alargado até 15 de abril de 2013. Lembramos que o tema deste ano é Na Rota dos Livros.
A vossa criatividade imagética está à prova. Concorram!
[Os alunos que já enviaram trabalhos têm naturalmente a possibilidade de, se assim o desejarem, substituir (ou não) as fotos já anteriormente remetidas]. Quanto mais contributos (2 fotos por aluno) mais e diferentes os pontos de vista que gostaríamos de ver.
A Poesia Vai Acabar A poesia vai acabar, os poetas vão ser colocados em lugares mais úteis. Por exemplo, observadores de pássaros (enquanto os pássaros não acabarem). Esta certeza tive-a hoje ao entrar numa repartição pública. Um senhor míope atendia devagar ao balcão; eu perguntei: «Que fez algum poeta por este senhor?» E a pergunta afligiu-me tanto por dentro e por fora da cabeça que tive que voltar a ler toda a poesia desde o princípio do mundo. Uma pergunta numa cabeça. — Como uma coroa de espinhos: estão todos a ver onde o autor quer chegar? —
Manuel António Pina
Ainda não é o Fim nem o Princípio do Mundo. Calma é Apenas um Pouco
Tarde
Neste dia, 15 de março, evoca-se o Dia Mundial dos Direitos dos Consumidores, instituído pelo antigo presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy (15 de março de 1962) ao defender vários direitos, dentre os quais: direito à segurança, à informação, à escolha e a ser ouvido.
Atualmente, e em concreto no quadro da legislação portuguesa - Constituição da República e Lei de Defesa do Consumidor, destacam-se como importantes direitos: o direito à protecção da saúde e segurança; o direito à qualidade dos bens ou serviços; o direito à prevenção e à reparação de prejuízos; o direito à formação e à educação para o consumo; o direito à informação para o consumo; etc..
Foi tendo em conta não apenas a evocação deste dia, mas também, e sobretudo, no quadro da promoção das literacias, que a biblioteca escolar da ESAF e a Área de Economia e Contabilidade, com a colaboração da delegação regional da DECO - Viana do Castelo, promoveram sessões de literacia financeira e do consumo, desta feita com a realização de duas, na passada terça-feira, dia 12, em torno dos Direitos dos Consumidores. Já havíamos promovido, em janeiro, outras sessões sobre competências de gestão de orçamento pessoal/familiar e poupança.
Numa ação sensibilizadora que envolveu um total de 175 alunos, o jurista Tiago Cunha, da DECO, veio falar-nos de consumo, de consumidores e dos direitos que lhes assistem, num mundo cada vez mais complexo, onde desde que nos levantamos até ao momento em que nos deitamos, vivemos imersos em publicidade indutora ao consumo. Desde o conceito, passando pela reflexão sobre quão difícil é hoje ser-se consumidor, Tiago Cunha sensibilizou ainda os alunos, que encheram o Auditório da ESAF, para um conjunto de direitos e ações a considerar em conflitos de consumo.
Não nos cansamos de afirmar que literacia é condição de cidadania e, por conseguinte, estar (in)formado é um ponto fundamental para que nos afirmemos como cidadãos esclarecidos e cientes dos seus direitos e deveres, que temos na interacção comercial.
Uma nota para salientar que, no início de cada sessão, passou um pequeno mas muito esclarecedor documento vídeo sobre questões da oferta e da procura, obra de alguns alunos (sob supervisão do prof. Vítor Seco) que, de forma lúdica, e com recurso a imagens captadas na feira semanal de Barcelos, cativaram a audiência para a temática.
Hoje foi dia de contagem de entradas na biblioteca escolar da ESAF. A cada passo procedemos (como já reportamos aqui noutras ocasiões) a contagens absolutas, logo à entrada da BE (pese contudo o acréscimo de trabalho que este procedimento implica). E os números evidenciam uma realidade que nos é quotidiana: biblioteca activa, num forte fluxo de alunos/utilizadores em busca de recursos, ora na Net (que leva a palma, seja para a realização de trabalhos, seja para a pesquisa livre), ora nas áreas funcionais de leitura e pesquisa (no piso 1).
Entre as 9h da manhã e as 5 da tarde, o pessoal da BE reveza-se, a par de outras atividades, na introdução de dados (num formulário do Google Docs) sobre cada um dos alunos que passou a porta da BE, e os números estão aí: mais de meio milhar de entradas num espaço de oito horas consecutivas, um número que se compagina com aqueles que registámos noutros momentos (também disponibilizados neste blog) e que, para nós, constituem um índice de medida fundamental que, de certo modo, radiografa a dinâmica desta estrutura.
Depois de quase dois anos em percurso por várias bibliotecas escolares do concelho de Barcelos, num quadro de colaboração e parceria, a exposição Saramago - Ensaio Gráfico (que teve o seu arranque no salão Nobre da Câmara Municipal de Barcelos, em março de 2011), obra de alunos do curso multimédia da ES Alcaides de Faria (ESAF), sob supervisão do professor de Artes David Figueiredo, passa agora pelo mezanino da biblioteca desta escola. Já visitada por muitas centenas de alunos, noutros estabelecimentos de ensino da região, a mostra Saramago - Ensaio Gráfico constitui-se numa sequência da 14 quadros, cada um deles assumindo a transfiguração / recriação de capas de outros tantos livros do Nobel português da Literatura.
A visita à exposição decorre durante o período de funcionamento da biblioteca da ESAF, pelo que aqui fica o convite a todos os membros do Agrupamento de Escolas Alcaides de Faria para que façam uma visita.
Veja também a galeria virtual (elaborada na altura da sua inauguração no Salão Nobre da C.M.B.)
Para quem pensa que a Utopia não passa de vã fantasia, teria ontem uma excelente oportunidade para se desenganar acerca de tão apressado juízo, se tivesse ouvido e seguido a palestra que Fátima Vieira pronunciou na biblioteca escolar da ESAF.
Ontem (28/02), quando fevereiro chegava ao seu ocaso e a luminosidade da tarde atravessava a sala de leitura da BESAF, conferindo-lhe um ambiente muito especial, Fátima Vieira, Professora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, especialista e investigadora nos domínios do pensamento utópico, prendeu, com um discurso envolvente e uma magnífica abordagem, a audiência de estudantes e professores que enchia por completo aquela sala de leitura e o mezanino. Utopia, Crise e Educação foi o mote para um momento intelectualmente estimulante, uma palestra envolvente sobre a utopia como força catalisadora, tensão positiva e criativa, capaz de levar as pessoas à ação e à transformação.
Mais de uma centena de jovens do ensino secundário, vários professores e convidados do meio envolvente, tiveram a oportunidade de ouvir falar de Utopia e pensamento utópico: o que é? para que serve? visão utópica vs. visão reformadora; utopia como via de pensamento crítico-utópico; questionamento sobre onde queremos chegar? Utopia, não como o caminho, mas como "diferentes possíveis caminhos"; Utopia como espaço de desejo, de múltiplas alternativas, de um mundo plural, frente à pobreza das visões monolíticas.
A oradora, na sua abrangente viagem, da antiguidade à actualidade, convocou Platão, S. Agostinho, incontornavelmente Thomas More (o criador da palavra Utopia e de um clássico com o mesmo título), Bacon, entre outros clássicos, mas também Eduardo Galeano e o para nós fundamental Gonçalo M. Tavares (sim, um dos autores que por esta sala já passou); falou de Vasco de Quiroga e sua experiência utópica/distópica no México da hispanização; e, não, não esqueceu, a vertigem das utopias, que na ânsia da sua concretização, rapidamente se transformaram em distopias a evitar ... cruzou o seu pensamento com o dos clássicos, observou a "realidade pelo canto do olho", citando Tavares; dissertou sobre os desafios de hoje e a premência de olharmos o futuro sob outros prismas, com criatividade, mas sem deixarmos de ser activos, questionadores, indagantes, críticos... Abordou ainda a escola e a educação como espaços de utopia, espaços para a enunciação do desejo utópico; mas também os modos de vida e as transformações que devem partir de baixo, do indivíduo, pela sua ação cívica...
A palestrante prendeu, implicou, mostrou como nestes momentos (em que da formalidade da sala de aula se passa à informalidade de um outro contexto, o de uma biblioteca, por exemplo) também acontece partilha de conhecimento, partilha de ideias, numa palavra, educação para a cidadania. Afinal aquilo que a iniciativa Quint`Ethos também proclama nas abordagens que faz.
Numa iniciativa da Biblioteca Escolar da ESAF, em parceria com o projeto Quint`Ethos, amanhã, 5.ª feira (28/02), a partir da 15h, na sala de leitura da biblioteca , vem ouvir falar de (e debater) Utopia, Crise e Educação. A conferência estará a cargo da Professora Doutora Fátima Vieira, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Fátima Vieira, académica e investigadora, Diretora do Departamento de Estudos Anglo-Americanos da FLUP (onde leciona desde 1986), especialista nos domínios do pensamento utópico, preside à Utopian Studies Society e dirige dois periódicos eletrónicos na área do utopismo (E-Topia e Spaces of Utopia), entre outras formas de intervenção, da docência à investigação, passando pela tradução de obras de Shakespeare.
"A terceira miséria é esta, a de hoje. A de quem já não ouve nem pergunta. A de quem não recorda" Hélia Correia, in A terceira miséria.Relógio d`Água, 2012 (p. 29)
Palavras de Hélia Correia na obra vencedora do Prémio Correntes d`Escritas 2013 - A Terceira Miséria- um olhar poético sobre estes tempos, suscitado pelos acontecimentos de raiva e indignação vividos na Grécia (e noutros locais desta Europa em crise), à luz da clássica cultura grega (tão querida à autora), da matriz da civilização ocidental.
Hélia
Correia, nascida em 1949, é um nome incontornável da literatura contemporânea portuguesa. Licenciada em Filologia Românica e professora de Português do Ensino
Secundário, a autora é conhecida sobretudo pela sua criação em prosa, mas também tem incursões de grande valia no campo da poesia (como ocorre com esta obra, agora premiada, e outras como: A pequena morte / esse eterno canto, em parceria com Jaime Rocha; ou Apodera-te de mim). De entre a sua criação literária destacamos obras como: O número dos vivos (romance, 1982);Lilias Fraser (romance, 2001);Contos (2008);Adoecer (romance, 2010);Mopsos, o pequeno grego. O ouro de Delfos (juvenil 2004); A ilha encantada, versão para jovens de A tempestade de W. Shakespeare; Sonho de uma noite de verão (versão adaptada)... algumas destas constantes do nosso acervo documental. Parabéns Hélia Correia.
A 6.ª Edição do Concurso de Fotografia BESAF 2013 já está
oficialmente aberta e o prazo limite para entrega das fotografias termina a 14
de março de 2013.
Se frequentas o Ensino
Secundário na ES/3 Alcaides de Faria [Agrupamento de Escolas Alcaides de Faria],
eis uma oportunidade para participares nesta iniciativa que vai completar agora
o seu sexto ano consecutivo de realização. A BESAF FOTO granjeou, desde o
início, o reconhecimento da comunidade e consolidou-se no seu propósito
(promover a criação visual articulando-a com a leitura, os livros e as
bibliotecas) patente na qualidade dos trabalhos apresentados. Em termos
temáticos obedece a um fio condutor bem definido, a uma linha orientadora que
se cruza invariavelmente com o mundo dos livros e da leitura, sendo que o tema
deste ano, sem esconder ressonâncias ligadas à proposta temática do Plano
Nacional de Leitura (o mar), passa pelo
sugestivo título: Na rota dos livros.
Agora é só dar azo à
tua criatividade (sem esquecer a capacidade técnica) captando a luz que a rota
dos livros te possa suscitar.
As fotografias
vencedoras e outras de relevante qualidade, para além dos prémios, vão ser
expostas na biblioteca e, eventualmente, num local público da cidade.
Consulta o regulamento
do concurso e não hesites em participar!
Clica no canto inferior direito do aplicativo para veres em ecrã completo.
Eis uma iniciativa que nos apraz disseminar/partilhar.
Para os amantes da literatura, da leitura, da escrita, dos livros, da arte (exposições de pintura e fotografia, encenação de textos, poesia na rua, etc...) há bons motivos para agendarem um salto (ou mais) à Póvoa de Varzim, aqui tão perto. Oportunidade para acompanhar o que têm para dizer os muitos (e excelentes) escritores de expressão ibérica, autores, homens e mulheres de letras, que vêm até esta cidade costeira.
As atividades decorrem entre 20 e 23 de fevereiro e são inúmeros os motivos para se deixar ir nas correntes que por aqueles dias atravessarão o mar da Póvoa. Quanto aos nomes, são tantos e tão marcantes que vale de todo a pena ler com atenção o programa da iniciativa - aqui. As temáticas, essas então são aliciantes, pois se as musas não fazem mal...valerá a pena descobrir as verdades que os mitos nos mentem, ou saber que "só o que não se sabe é poesia", ou ainda que provavelmente já nada sabemos "soprar sobre as palavras", ou ainda novidades sobre esse país onde o poeta arrancou todos os cravos...
Para saber mais visite o sítio online das correntes aqui.
Tal como já havíamos referido em post anterior, a Semana da Internet
Segura (4 - 8 / fev.), este ano teve como tema a questão dos Direitos e Deveres na Internet e como slogan: Liga-te com respeito... E tal como tem sido prática nos últimos anos, não deixámos de evocar, sensibilizando a comunidade escolar, a importância de assumirmos cada vez mais atitudes e comportamentos seguros quando navegamos na rede. Para tal mobilizaram-se alunos (do Ensino Básico) e vontades; e assim surgiu a exposição que esteve em mostra no mezanino da biblioteca; exposição, singela mas objetiva na mensagem, de alguns dos vários cartazes previamente realizados em contexto de sala de aula, sob a supervisão das professoras de Informática Fátima Silva e Teresa Marques. Foram projetados no monitor da BE, no dia 5 de fevereiro (o dia escolhido internacionalmente para o Internet Safe Day) e nos seguintes, dois vídeos originais e muito criativos sobre segurança na Internet, obra de alunos. No local da exposição e no balcão de receção da BE foram disponibilizados desdobráveis (da responsabilidade do professor bibliotecário) sobre Internet Segura, com recomendações úteis de navegação e dicas a considerar na realização de trabalhos; assim como um marcador de livros alusivo (cortesia do prof. Paulo Teixeira), sem esquecer o nosso original cartaz de divulgação, obra de um colaborador de longa data nas andanças da BE - o prof. David Figueiredo.
A exposição teve a afluência de alunos e alguns professores; os vídeos, esses, pela sua temática, atraíram inevitavelmente os utilizadores/alunos da BE que, logo à entrada, no monitor vídeo de novidades, se deparavam com as peripécias de uma situação de engano nas redes sociais, escrita e realizada por alunos, tão similar (na substância) a tantas outras que, infelizmente, pontuam as interações de muitos utilizadores da web.
Consulte o desdobrável de sensibilização (alusivo à segurança na Internet) que produzimos para a exposição.
Clique no canto inferior direito do aplicativo para ler em ecrã inteiro.
Para ti que gostas de poesia (e para ti - não, não te escondas - que dizes não gostar, mas que até aprecias no recato do teu ser) este é um concurso que te desafia a escrever e a dizer poesia, com garra e intensidade. Trata-se do desafio Pequenos Grandes Poetas, um concurso concelhio de poesia, promovido pela Rede de Bibliotecas Escolares de Barcelos (RBEB), onde se apela à tua veia poética (faz lá um poema... e logo verás), seja pela via da escrita (poema inédito) ou pela expressividade da voz (declamação de um poema).
Não fiques pelas intenções, informa-te aqui na biblioteca ou acede ao portal da RBEB para saberes como concorrer. Consulta o Regulamento - aqui - e clarifica as tuas dúvidas, quanto a modos de participação e a prazos de inscrição, junto do professor bibliotecário.
É já para a semana, entre 4 e 8 de fevereiro, que evocaremos, aqui na Biblioteca da ESAF, a Semana da Internet Segura na Escola, uma iniciativa que, em termos europeus, cumpre já o seu décimo ano. Trata-se da iniciativa Safe Internet Day (Dia da Internet Segura), que ocorre propriamente no dia 5 de fevereiro deste ano e desta vez subordinada ao tema: "Os direitos e os deveres na Internet".
Como tem sido habitual, para além do cartaz alusivo à iniciativa (um cartaz original da autoria do prof. de artes e colaborador da BE, David Figueiredo) e ainda de um desdobrável (da nossa autoria) sobre a segurança na Net, contamos apresentar, no mezanino da biblioteca, uma exposição de trabalhos, de alguns alunos do 3.ºCEB, relativos à temática que nos mobiliza este ano - a questão dos direitos e, consequentemente, das responsabilidades inerentes ao uso que fazemos da Internet. Na verdade, nunca é demais reforçar a importância de atitudes e comportamentos seguros na Web e nas redes sociais por todos aqueles que a utilizam, e sobretudo pelos jovens, promovendo junto dos nossos alunos, e em articulação com alguns professores da Área de Informática, a sensibilização para a questão.
Já lá vai mais de um ano e meio queaqui, neste nosso blog, dávamos conta (5.abril.2011) de um projeto de leitura que se iniciava então e, que desde aí, se tem desenvolvido. Referíamo-nos ao sítio - Cata Livros - brilhante iniciativa em prol da leitura, com morada na web, da responsabilidade da Gulbenkian/Casa da Leitura.
Interactivo a valer, o sítio web visa concretamente um público infanto/juvenil (sem deixar de deliciar também os demais jovens de espírito, tenham 5 ou 105) e proporciona interessantes ambientes exploratórios pelos meandros das histórias que os livros guardam. É verdade, abre janelas para o encanto de muitas leituras!
Pois ontem, 24/01, cá recebemos Miguel Horta, autor e contador de histórias, que proporcionou um pequeno workshop exploratório em torno das inúmeras virtualidades do sítio web Cata Livros. Sessão de grande interesse, que mereceu da parte dos alunos viva receptividade. Claro, os recantos do sítio que, reiteradamente recomendamos, foram também motivo para fazer do diálogo estabelecido um espaço de breves histórias e desafios de leitura.
Para miúdos e graúdos aqui fica o link ao referido sítio web.
Espantem-se, divirtam-se, leiam; enfim, desfrutem!
O que nos diz Eduardo Coelho, aluno do 11.º ano, sobre estas duas obras que leu, gostou e recomenda...
O Último Cabalista de Lisboa
Autor:Richard Zimler
Editor: Dom Quixote
Edição/Reimpressão: 2011
N.º de Págs.: 384
Categoria: Romance
"O Último Cabalista de Lisboa é um contagiante romance histórico que retrata um período pouco conhecido da História portuguesa, o chamado Massacre dos judeus de Lisboa (em 1506) onde pereceram cerca de dois mil cristãos-novos.
A família Zarco era uma das muitas famílias que pertencia à sociedade portuguesa (lisboeta). E é no seio dessa família, sob a perspectiva de Berequias Zarco que a história se desenrola. Após a morte do seu tio (e mestre), Abraão Zarco, Berequias sente-se na obrigação de encontrar o assassino daquele que era o último cabalista de Lisboa. Um livro que prende!"
"Os Anagramas de Varsóvia é um romance policial narrado por um homem que supostamente devia estar morto. A história passa-se no gueto de Varsóvia, durante a segunda guerra mundial, num local onde os judeus foram obrigados a residir.
Com uma trama contagiante, este é um bom livro que toda a gente deveria ler, mesmo que não aprecie o género policial, uma vez que desta obra se retira uma importante lição moral."